Marcelo Crivella, ex-prefeito do Rio de Janeiro, foi formalmente denunciado pelo Ministério Público sob a alegação de integrar um esquema ilícito que, segundo as investigações, pode ter movimentado aproximadamente R$ 32 milhões. A denúncia foi protocolada na esfera judicial nesta terça-feira (20).
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Conforme detalhado pelo Ministério Público, a operação envolvia a intermediação de acordos comerciais, o recebimento de subornos e a ocultação de valores, com a participação de empreendedores e operadores financeiros. Crivella é apontado como um dos beneficiários do sistema, que teria operado de maneira organizada e contínua.
A apuração sugere que os recursos financeiros envolvidos provêm de contratos firmados com o setor público, e parte desses fundos teria sido desviada para satisfazer interesses particulares e políticos. O MP alega que o grupo se utilizava de empresas de fachada e de terceiros para dissimular a origem dos valores.
Adicionalmente a Crivella, outros indivíduos sob investigação também foram denunciados. O Ministério Público solicitou o congelamento de bens e a aplicação de medidas restritivas para impedir a dispersão do patrimônio supostamente adquirido de forma irregular.
Em comunicado oficial, a equipe de defesa do ex-prefeito declarou que ele refuta as acusações e assegura a ausência de evidências que comprovem seu envolvimento nos delitos apontados. Os advogados de Crivella expressam confiança de que o Poder Judiciário reconhecerá sua inocência ao longo do trâmite processual.
A denúncia agora será submetida à análise do Judiciário, que determinará se a acusação será aceita, transformando Crivella e os demais implicados em réus. O processo continua em andamento.
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