A capital paulista foi palco de uma suntuosa celebração pelos 37 anos de Mileide Mihaile, e entre os presentes de destaque estava Fred Nicácio. O médico e ex-participante do Big Brother Brasil concedeu entrevista à repórter Fernanda Siccherolli, do portal LeoDias, onde compartilhou detalhes sobre sua amizade com a anfitriã, a emoção de conhecer grandes ídolos e o balanço de sua experiência no programa.
Nicácio explicou que a ligação com Mileide surgiu através de círculos sociais compartilhados, resultando em uma conexão instantânea. Ele citou a frase que selou o vínculo: “A gente se encontrou e falou: ‘Cara, a gente merece ficar junto’”. Mesmo com compromissos intensos que dificultam encontros frequentes, ambos se empenham em aproveitar qualquer oportunidade para passar tempo juntos, seja em momentos de lazer ou colaborações profissionais.
O diálogo prosseguiu para as oportunidades que surgiram após a intensa visibilidade proporcionada pelo “Big Brother Brasil”. Ao ser indagado sobre os principais legados do reality, Nicácio prontamente destacou a chance de interagir com figuras que sempre admirou. Ele descreveu como "surreal" a emoção de encontrar ícones da cultura nacional, como Zezé Motta e Alcione.
Para o ex-BBB, o grande benefício da notoriedade é poder adentrar os camarins dessas artistas, cujas vozes o acompanham desde a infância, e constatar que elas o reconhecem devido à projeção do programa. Diferentemente de outros participantes que enfrentam traumas ou o ônus do "cancelamento" pós-confinamento, Fred assegurou que sua jornada foi de constante aprendizado e evolução.
Enfatizando sua identidade como homem preto, gay e médico, ele recordou que seu percurso nunca foi fácil ou desprovido de desafios. Com essa base de resiliência, Nicácio sintetizou sua abordagem após o reality: “Transformei um limão em uma limonada. Acho que é mais o jogo de cintura e o talento de cada um para poder gerir o que vem depois”, afirmou.