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Terça-feira, 10 de Fevereiro 2026

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Habeas corpus de médica do caso Benício é revogado, mas ela segue em liberdade

O Tribunal de Justiça do Amazonas revogou nesta sexta-feira (12) o habeas corpus preventivo da médica Juliana Brasil Santos, investigada pela morte do menino Benício Xavier, de 6 anos. O caso ocorreu em um hospital particular de Manaus (AM), no dia 22 de novembro. A decisão saiu quatro dias depois da técnica de enfermagem Raíza […]

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Habeas corpus de médica do caso Benício é revogado, mas ela segue em liberdade
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O Tribunal de Justiça do Amazonas revogou nesta sexta-feira (12) o habeas corpus preventivo da médica Juliana Brasil Santos, investigada pela morte do menino Benício Xavier, de 6 anos. O caso ocorreu em um hospital particular de Manaus (AM), no dia 22 de novembro.

A decisão saiu quatro dias depois da técnica de enfermagem Raíza Bentes Paiva ter o pedido semelhante negado. A medida foi tomada após o delegado Marcelo Martins prestar esclarecimentos à Justiça, detalhando o andamento das apurações e informando sobre o pedido de perícia no sistema eletrônico da unidade hospitalar.

Juliana admitiu o erro em documento enviado à Polícia Civil e também em mensagens ao médico Enryko Queiroz. A defesa alegou que a confissão aconteceu “no calor do momento”. A técnica de enfermagem responsável pela aplicação do medicamento, Raíza Bentes Paiva, também é investigada. Ambas seguem respondendo ao inquérito em liberdade.

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No final de novembro, a desembargadora Onilza Abreu Gerth havia concedido habeas corpus à médica, entendendo que não existiam motivos concretos para prisão preventiva.

No entanto, desta vez, a desembargadora Carla Maria Santos dos Reis revogou a decisão, afirmando que a Câmara Criminal não tinha competência para analisar o pedido e anulando o benefício concedido anteriormente.

Entenda o caso

Benício deu entrada no Hospital Santa Júlia em 22 de novembro com tosse seca e suspeita de laringite. De acordo com a família, ele recebeu prescrição de lavagem nasal, soro, xarope e três doses de adrenalina intravenosa de 3 ml a cada 30 minutos, aplicadas por uma técnica de enfermagem.

O estado da criança piorou rapidamente: ele ficou pálido, com membros arroxeados, e chegou a dizer que “o coração estava queimando”. Levado à UTI, Benício sofreu paradas cardíacas.

Para a polícia, trata-se de erro médico. A médica responsável, Juliana Brasil Santos, admitiu o equívoco em documento enviado à polícia e em mensagens pedindo ajuda ao colega Enryko Queiroz. Segundo a defesa, a confissão ocorreu “no calor do momento” e teria sido causada por falhas no sistema do hospital.

O caso é investigado pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Amazonas (MPAM) como homicídio doloso qualificado, com possibilidade de enquadramento por crueldade.

Leia mais: 

  • Imagens mostram o atendimento ao menino Benício, vítima de erro médico; assista
  • Médica muda depoimento e aponta verdadeiro culpado pela morte de Benício
  • Técnica de enfermagem diz que alertou colega sobre o caso do menino Benício; entenda
FONTE/CRÉDITOS: Lucas Badan/ Bacci Notícias
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