Uma nova prova pode mudar o rumo das investigações sobre a morte de Lázaro Barbosa, que espalhou pânico na região de Cocalzinho de Goiás em julho de 2021. Ela cometeu uma chacina após matar quatro pessoas de uma mesma família e conseguir escapar da força-tarefa policial por mais de 20 dias até ser morto.
O laudo de confronto microbalístico, realizado nos projéteis retirados do corpo de Lázaro pelo Instituto de Criminalística, aponta que dois dos três tipos de fragmentos diferentes encontrados não eram de armas de policiais militares.
As informações foram divulgadas pelo jornal O Popular nesta segunda-feira (2). O documento detalha que foram feitos 125 disparos na operação e, segundo o laudo, foram identificadas 42 perfurações no corpo do suspeito.
Com base nessas novas informações, o Ministério Público de Goiás pediu à Polícia Civil de Goiás novas diligências para entender de quem seriam esses outros projéteis encontrados no corpo de Lázaro.
Relembre o caso Lázaro
De acordo com a Polícia Civil de Goiás, no momento da morte o suspeito estava armado, mas uma carta apreendida com ele indicava que já não tinha mais munição disponível para usar nas armas que carregava.
Lázaro Barbosa, que em 2021 tinha 32 anos, era acusado de diversos crimes, incluindo assassinatos, sequestros e invasões a propriedades rurais em Goiás e no Distrito Federal. O caso virou manchete nacional e entrou para a história como uma das maiores caçadas policiais já vistas no Brasil.
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