Mesmo disputando a mesma categoria de “Jornalismo” no “Melhores do Ano”, Maju Coutinho e Poliana Abritta expressaram grande satisfação. Em conversa com a jornalista Monique Arruda, do portal LeoDias, as apresentadoras do “Fantástico” destacaram a forte parceria que mantêm, tanto no trabalho quanto na vida pessoal, e a honra de representar a atração dominical na premiação.
Poliana Abritta ressaltou a união da dupla, afirmando: “Estamos nos sentindo uma só aqui, pois ambas representamos o ‘Fantástico’. Se votaram em uma, pensaram na outra. O Fantástico está 100% presente. É uma celebração do esforço de toda a equipe. O valor do prêmio está nisso: quando as duas são indicadas, estamos contribuindo para o ‘Fantástico’, já que somos porta-vozes do programa.”
Maju Coutinho corroborou a visão de sua colega, declarando: “É integralmente o ‘Fantástico’ que está sendo representado, um trabalho que envolve uma vasta equipe. Sinto-me extremamente feliz por estar aqui ao lado da Polly, por quem tenho grande admiração, e por celebrarmos juntas este momento. O Fantástico marca presença em 100% aqui. Para mim, é mais uma celebração do nosso esforço conjunto do que uma competição.”
As jornalistas também valorizaram a nomeação, evocando suas jornadas acadêmicas. “A vida traça caminhos que sequer imaginamos. Por vezes, dizer que é uma honra ser indicada pode parecer clichê, mas a verdade é que não é. Trata-se de um reconhecimento concedido pelos nossos pares, pelos nossos colegas. Isso gera uma emoção genuína”, comentaram.
Poliana complementou, enfatizando: “Representamos muitas pessoas. A sensação é de honra, responsabilidade e felicidade.” Maju, por sua vez, revelou: “Eu jamais imaginei sequer chegar ao ‘Fantástico’. Costumo brincar que nós fazemos planos, e Deus sorri. É exatamente isso! Eu planejei cursar jornalismo, mas não tinha a menor noção de onde isso me levaria. É algo muito surpreendente [...] Traz uma sensação de dever cumprido, não é?”
Além das duas apresentadoras, a categoria de Jornalismo contava com a indicação de César Tralli, âncora do “Jornal Nacional”. Foi o jornalista quem se consagrou vencedor, levando o troféu para casa.