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Quarta-feira, 21 de Janeiro 2026

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Médica admite falha após morte de menino de 6 anos em hospital

Mensagens atribuídas à médica Juliana Brasil Santos, que atendia o menino Benício Xavier de Freitas, de 6 anos, no Hospital Santa Júlia, em Manaus, revelam que ela reconheceu ter cometido um erro na prescrição do medicamento antes da morte da criança. O caso ocorreu no último fim de semana e está sob investigação da Polícia […]

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Médica admite falha após morte de menino de 6 anos em hospital
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Mensagens atribuídas à médica Juliana Brasil Santos, que atendia o menino Benício Xavier de Freitas, de 6 anos, no Hospital Santa Júlia, em Manaus, revelam que ela reconheceu ter cometido um erro na prescrição do medicamento antes da morte da criança. O caso ocorreu no último fim de semana e está sob investigação da Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).

As conversas, divulgadas nesta sexta-feira (28), teriam sido enviadas ao diretor de plantão da unidade, Dr. Enryko Garcia de Carvalho Queiroz, no momento em que o menino apresentou piora clínica. Nas mensagens, a médica relata ter prescrito adrenalina para inalação, mas o medicamento foi administrado por via intravenosa, o que é contraindicado.

“Urgente. Prescrevi inalação com adrenalina e acabaram fazendo EV. Paciente tá passando mal”, afirmou a médica. Minutos depois, ela reforça a gravidade: “Pelo amor de Deus, eu errei a prescrição. Paciente desmaiou. Me ajuda”. Outros profissionais teriam sido acionados para tentar reverter o quadro.

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Benício deu entrada no hospital no sábado (23) com sintomas de laringite. Após a aplicação incorreta do medicamento, seu estado se agravou rapidamente. Ele foi encaminhado à UTI, mas não resistiu e morreu na madrugada de domingo (24).

A PC-AM instaurou inquérito e apura a conduta da médica e da técnica de enfermagem responsável pela aplicação intravenosa da adrenalina. O caso foi inicialmente enquadrado como homicídio doloso, quando há intenção ou assunção do risco de provocar a morte.

FONTE/CRÉDITOS: Lucas Tadeu/ Bacci Notícias
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