Últimas Notícias 24 Horas: Fique por Dentro dos Acontecimentos em Tempo Real

Aguarde, carregando...

Sábado, 14 de Março 2026

Geral

O paradeiro do "Canibal de Ilhéus": novos detalhes sobre o caso

Em agosto de 2025, um assassinato chocante na Bahia ganhou notoriedade nacional. Pedro Nascimento dos Santos foi morto brutalmente, e seu colega de trabalho, Luiz Teixeira de Oliveira, é o principal suspeito.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
O paradeiro do
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O que se sabe sobre o caso do "Canibal de Ilhéus"? Em agosto de 2025, um homicídio de extrema violência na zona rural de Ilhéus, no sul da Bahia, capturou a atenção do país. Pedro Nascimento dos Santos, de 60 anos, foi vítima de agressões fatais com pauladas na Fazenda Baixinho. Luiz Teixeira de Oliveira, colega de trabalho que teria iniciado suas atividades no local no mesmo dia, é apontado como o principal acusado.

Relatos de testemunhas à polícia indicam que, após o crime, Luiz teria se aproximado do corpo e consumido parte do tecido cerebral da vítima, proferindo falas incoerentes. Essa alegação de um possível ato de canibalismo foi comunicada por residentes à Polícia Militar e se espalhou nacionalmente, embora a Polícia Civil tenha ressaltado na época que a confirmação técnica dependeria de perícia.

Em agosto do ano passado, o BacciNotícias divulgou uma série de reportagens exclusivas com detalhes sobre o ocorrido. Conforme relatos de moradores, após cometer o homicídio, o suspeito teria se aproximado do corpo. Um trabalhador rural que presenciou a cena descreveu: “O miolo voou, e ele pegou o miolo e comeu, gritando que era canibal”.

Publicidade

Leia Também:

Outro vizinho declarou ter presenciado os momentos seguintes ao ataque. “Vi quando ele meteu os dedos e saiu falando que comeu. Eu vi tudo. Ele saiu comendo o pedaço do cérebro”, contou em entrevista exclusiva ao portal.

Desde o dia do crime, Luiz Teixeira de Oliveira está foragido.

Fuga para a mata e versões conflitantes: o desenrolar dos fatos

Após o assassinato, o acusado empreendeu fuga em direção a uma área de mata densa que circunda a propriedade rural. Equipes da Polícia Militar e Civil realizaram buscas extensivas na região, com o auxílio da comunidade local, mas Luiz não foi localizado.

Residentes informaram que ele teria sido visto em povoados vizinhos nos dias subsequentes ao crime, com relatos de que teria sido agredido por populares, mas conseguiu escapar antes da chegada das forças de segurança. Nenhuma dessas informações foi oficialmente confirmada pelas autoridades.

Com o passar das semanas, as operações de busca foram diminuídas e o caso deixou de ter atualizações públicas regulares.

Medo persistente: onde está o "Canibal de Ilhéus"?

Naquele período, trabalhadores rurais e habitantes de fazendas próximas expressaram apreensão com a possibilidade de o suspeito estar oculto na mata. O receio de invasões e novos incidentes levou famílias a intensificarem as medidas de segurança, especialmente durante a noite.

“A população está assustada com a possibilidade de ele estar solto por aqui. Ficamos com receio desse crime bárbaro”, comentou um morador em entrevista na época. O motorista Nivaldo Sena, que atua na região, descreveu o impacto psicológico do evento. “É uma situação muito pesada, um ambiente muito tenso. Uma pessoa em sã consciência não comete algo assim”, afirmou.

Alguns moradores mencionaram que Luiz Teixeira não possuía histórico de violência conhecido, mas que fazia uso frequente de bebidas alcoólicas. A polícia não divulgou se o suspeito tinha antecedentes criminais.

Narrativas divergentes e apreensão entre os moradores

Um dos aspectos mais delicados do caso foi a alegação de que o suspeito teria praticado canibalismo após o crime. Testemunhas afirmaram ter visto Luiz ingerir parte do cérebro da vítima. Outras pessoas ouvidas posteriormente apresentaram relatos diferentes sobre os acontecimentos no local, mencionando a presença de animais na cena.

A Polícia Civil declarou que investigava todas as vertentes, mas que o foco principal do inquérito era o homicídio. Até o momento, não houve divulgação oficial de laudo que comprovasse tecnicamente o suposto ato de canibalismo.

Ao longo das semanas, novas versões emergiram. Um indivíduo identificado como Orlando, que declarou conhecer o suspeito, contestou parte dos relatos sobre canibalismo.

“Não, ele não saiu gritando que era canibal. O cachorro comeu o negócio lá, o miolo do homem. O cachorro caiu no chão e comeu”, relatou. Na mesma entrevista, Orlando acrescentou que o suspeito teria fugido do local. “Ele fugiu da cena do crime. Ele não era um rapaz perigoso, era trabalhador, mas bebia muito”, disse.

Seis meses após o crime, o caso permanece sem resolução

Em fevereiro de 2026, o caso completará aproximadamente um ano sem a captura do principal suspeito. Luiz Teixeira de Oliveira continua oficialmente foragido. A Polícia Civil da Bahia não informou se há novas linhas de investigação em andamento ou pistas recentes sobre o paradeiro dele.

O inquérito permanece em aberto. O crime é classificado como homicídio qualificado.

Apesar da ampla repercussão nacional nos dias iniciais, o caso deixou de figurar com frequência no noticiário ao longo dos meses. Na região onde o crime ocorreu, os moradores relatam que o medo diminuiu com o tempo, mas a sensação de insegurança não se dissipou completamente.

SAIBA MAIS EM BACCINOTÍCIAS

  • Exclusivo: homem que convivia com "Canibal de Ilhéus" conta detalhes
  • Exclusivo: morador afirma que "Canibal de Ilhéus" estava "possuído". Veja o que ele disse
  • Exclusivo: veja fotos da casa onde "Canibal de Ilhéus" devorou o amigo
FONTE/CRÉDITOS: João Lucas Dionisio
WhatsApp Opina News
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR