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Sábado, 14 de Março 2026

Justiça

Paulo Gonet restringe quitação de gratificações no Ministério Público seguindo ordem do STF

Corte máxima postergou para o dia 25 de março a análise final acerca da interrupção dos repasses extras

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Paulo Gonet restringe quitação de gratificações no Ministério Público seguindo ordem do STF
© José Cruz/Agência Brasil
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O chefe da Procuradoria-Geral da República, Paulo Gonet, orientou as unidades do Ministério Público a observarem o teto salarial de R$ 46,3 mil ao efetuarem o pagamento de benefícios retroativos.

Tais gratificações, conhecidas como penduricalhos, consistem em vantagens financeiras que, quando adicionadas ao vencimento básico, superam o limite imposto pela Constituição.

Esses dados constam em um documento encaminhado nesta segunda-feira (2) pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), sob liderança de Gonet, ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes.

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Na última sexta-feira (27), o magistrado ratificou o veto aos repasses adicionais para integrantes do Ministério Público e do Judiciário, proibindo também manobras orçamentárias que visem agilizar essas transferências acumuladas.

Gilmar Mendes ainda exigiu que o CNMP detalhasse as medidas adotadas para assegurar o cumprimento de sua determinação.

Em resposta, a corregedoria do órgão colegiado esclareceu que a orientação vigente proíbe qualquer desembolso que ultrapasse o teto remuneratório.

“A recomendação estabelece que o somatório dos pagamentos retroativos não poderá ultrapassar o limite mensal de R$ 46.366,19, devendo o pagamento ser interrompido após o prazo de 45 dias fixado na ADI n. 6.606/MG, ficando vedada a antecipação de verbas programadas para meses subsequentes, bem como a realização de qualquer reprogramação financeira destinada a concentrar, acelerar ou ampliar desembolsos”, afirmou o conselho.

Recentemente, o STF transferiu para o dia 25 de março o julgamento definitivo sobre as liminares de Gilmar Mendes e Flávio Dino, que paralisaram a concessão de benefícios extras nos Três Poderes.

FONTE/CRÉDITOS: André Richter - Repórter da Agência Brasil
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