Os representantes legais do ex-presidente Jair Bolsonaro comunicaram o Supremo Tribunal Federal (STF) sobre um agravamento em sua condição de saúde, solicitando celeridade na entrega do laudo pericial da Polícia Federal (PF), resultado do exame realizado em 20 de janeiro.
- "Quando me veem, enxergam o presidente Bolsonaro", declarou Flávio, em declaração relacionada ao contexto político.
Conforme os advogados, este parecer é fundamental para que o assistente técnico da defesa possa apresentar sua análise e, assim, permitir a avaliação da concessão de prisão domiciliar humanitária. A solicitação foi direcionada ao ministro Alexandre de Moraes, responsável pela relatoria da execução penal.
A petição protocolada pela defesa detalha que a equipe médica constatou recentemente "episódios eméticos (vômitos) e uma crise de soluços intensa", indicando uma deterioração do quadro clínico do ex-presidente.
Os defensores ressaltam ainda que o prazo de dez dias, estabelecido por Moraes em despacho de 15 de janeiro para a finalização do laudo, já expirou. Fontes internas da Polícia Federal, no entanto, indicam que a documentação médica completa só foi disponibilizada na semana anterior e que a perícia se encontra em suas etapas finais de revisão.
A situação prisional de Bolsonaro
Jair Bolsonaro, que foi sentenciado por comandar uma organização criminosa visando um golpe de Estado, está cumprindo uma pena de 27 anos e três meses de reclusão. Ele se encontra no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, apelidado de “Papudinha”, que integra o Complexo Penitenciário da Papuda.
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