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Sábado, 14 de Março 2026

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Polícia apreende celular de manobrista em investigação sobre morte de professora em piscina

Segundo a defesa do funcionário, a manipulação de substâncias químicas ocorria sob ordens diretas de um superior da academia

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Polícia apreende celular de manobrista em investigação sobre morte de professora em piscina
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O funcionário Severino, encarregado de cuidar da piscina na academia C4 Gym, declarou em coletiva que agia apenas sob comando da gerência. A Polícia Civil confiscou seu aparelho celular para perícia como parte do inquérito em andamento.

“Atuo como empregado da instituição e acato instruções. Meu telefone foi retido para análise e essa é a minha única manifestação por enquanto”, relatou o colaborador.

Registros do caso

Bárbara Bonvicini, representante jurídica de Severino, enfatizou que o cliente não possuía autonomia técnica e que a combinação de insumos químicos era uma exigência de um chefe direto. “As orientações para a mistura partiam de cima. Havia um gestor específico que coordenava essas tarefas”, explicou.

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Conforme os advogados, embora o manobrista executasse o procedimento sem auxílio físico, a metodologia era imposta pela hierarquia da empresa. “Ele realizava a dosagem, mas sempre pautado pelo que o superior determinava”, reiterou a defensora.

A equipe jurídica aguarda agora o progresso da perícia e a emissão dos laudos técnicos. “No estágio atual, esperamos o desdobramento das apurações, dependendo especialmente das análises dos produtos químicos e dos dados contidos no celular”, afirmou Bárbara.

Ao ser indagada sobre as provas no dispositivo, a advogada pontuou que as mensagens comprovam o contato frequente com o responsável pelas diretrizes. “Os diálogos evidenciam que o superior definia tanto o tipo de produto quanto as quantidades exatas a serem aplicadas”, detalhou.

A advogada optou por manter o sigilo sobre a identidade do indivíduo. “Não revelaremos o nome neste momento por cautela, mas trata-se de alguém em cargo de comando”, disse ela, sem especificar se o envolvido é um gerente ou um dos donos do estabelecimento.

A Polícia Civil busca confirmar se o manuseio equivocado dos componentes químicos gerou vapores letais no ambiente, provocando o falecimento de Juliana Faustino Bassetto, de 27 anos, além de deixar outros frequentadores intoxicados.

FONTE/CRÉDITOS: Eduardo Reis
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