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Quinta-feira, 05 de Março 2026

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Polícia de Cachoeirinha aprofunda investigação sobre família desaparecida

A Polícia Civil de Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul, segue apurando o sumiço de Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, e seus pais, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, 70, desaparecidos desde o final de janeiro.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Polícia de Cachoeirinha aprofunda investigação sobre família desaparecida
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A Polícia Civil de Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul, está empenhada na elucidação do desaparecimento de Silvana Germann de Aguiar, de 48 anos, e de seus pais, Isail Vieira de Aguiar, de 69, e Dalmira Germann de Aguiar, de 70. O trio não é visto desde o período entre 24 e 25 de janeiro.

Um policial, identificado como Cristiano Domingues Francisco, figura como o principal suspeito e já se encontra sob prisão temporária.

As autoridades concentram os esforços em três vertentes investigativas cruciais: a análise das imagens de segurança da residência, a remoção de uma televisão do local e a descoberta do telefone celular de Silvana, que estava coberto e sem impressões digitais.

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Novas pistas

A Polícia Civil requisitou uma perícia técnica nas câmeras de vigilância da casa da família, buscando determinar se eventuais registros da noite em que desapareceram foram salvos em algum outro equipamento.

Espera-se que essas filmagens possam auxiliar na identificação de um veículo vermelho, avistado entrando na propriedade em 24 de janeiro, considerado um elemento vital para o desfecho do inquérito.

Adicionalmente, investiga-se a suspeita de que o ex-companheiro de Silvana tenha removido uma televisão da residência e a transportado para sua própria casa, um movimento que agora está sob escrutínio.

Celular e gravações

O aparelho celular de Silvana foi encontrado em 7 de fevereiro, oculto sob uma rocha em um terreno desocupado.

As lentes da câmera do telefone estavam cobertas por fita adesiva, e a ausência de impressões digitais inviabilizou qualquer registro da noite do sumiço. A equipe policial agora busca esclarecer se mensagens foram apagadas de forma automática ou intencional.

Com base nas evidências coletadas, as autoridades expressam pouca esperança de encontrar os membros da família com vida. Silvana já foi incluída na estatística de feminicídios de 2026 no Rio Grande do Sul, configurando-se como a 20ª vítima registrada no estado neste ano.

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FONTE/CRÉDITOS: Camila Joseph
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