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Quarta-feira, 21 de Janeiro 2026

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Prepare o bolso! Contas de água ficam mais caras em SP com reajuste da Sabesp

A chegada de 2026 em São Paulo começa com aumento nas contas de água. A partir desta quinta-feira (1º), a tarifa básica da Sabesp sofre um reajuste de 6,11% em todo o estado. A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo é responsável pelo fornecimento de água potável, além da coleta e do […]

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Prepare o bolso! Contas de água ficam mais caras em SP com reajuste da Sabesp
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A chegada de 2026 em São Paulo começa com aumento nas contas de água. A partir desta quinta-feira (1º), a tarifa básica da Sabesp sofre um reajuste de 6,11% em todo o estado. A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo é responsável pelo fornecimento de água potável, além da coleta e do tratamento de esgoto para milhões de paulistas.

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Segundo a gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), o reajuste corresponde apenas à correção da inflação acumulada nos últimos 16 meses, período de referência adotado desde a privatização da empresa, concluída em julho de 2024. O aumento foi definido pela Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) em 1º de dezembro.

Na prática, para consumidores da tarifa residencial com consumo entre 11 m³ e 20 m³, o custo de mil litros de água passa de R$ 6,01 para R$ 6,40. O governo estadual afirma que não há aumento real para o consumidor, apenas a recomposição inflacionária medida pelo IPCA entre julho de 2024 e outubro de 2025.

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Antes da privatização, Tarcísio havia declarado que a tarifa da Sabesp não subiria. Posteriormente, durante o processo de desestatização, o governador explicou que os reajustes não ultrapassariam um índice de referência previsto em contrato, que simula como seria a evolução tarifária caso a empresa continuasse estatal. Segundo a gestão estadual, o reajuste de 6,11% ficou cerca de 15% abaixo desse índice projetado.

Em nota, o governo paulista destacou que “a deliberação dos novos valores prevê somente a reposição inflacionária, sem aumento real para o consumidor”. A gestão também ressaltou que, nos próximos ciclos, o cálculo do reajuste voltará a considerar períodos de 12 meses e passará a incorporar o conceito de “tarifa de equilíbrio”, criada para absorver investimentos efetivamente realizados e auditados pela Arsesp.

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FONTE/CRÉDITOS: Lucas Tadeu/ Bacci Notícias
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