O caso envolvendo o rapper D4vd, que chocou fãs e o mercado musical, teve novas revelações nesta segunda-feira (24). De acordo com informações obtidas pela polícia de Los Angeles e divulgadas pelo site TMZ, o cantor teria mantido o cadáver de sua ex-namorada, Celeste Rivas, congelado por meses antes de descartá-lo.
Celeste, uma adolescente, foi encontrada em setembro dentro do porta-malas de um carro registrado no nome do artista, estacionado em um pátio de reboque em Hollywood. Policiais chegaram ao veículo após funcionários relatarem um forte odor vindo do automóvel.
Ao abrir o porta-malas, os agentes encontraram os restos mortais da jovem dentro de uma sacola. O corpo estava decapitado, com membros removidos e cortados em diversos pedaços, além de apresentar avançado estado de decomposição.
Fontes afirmaram ao TMZ que as condições eram tão severas que o legista pode não conseguir determinar com precisão a causa da morte, já que o congelamento seguido de decomposição compromete parte das evidências.
Evidências ligam o rapper à vítima
Durante a investigação, a polícia encontrou ligações entre D4vd e Celeste, uma foto íntima em que o rapper aparece ao lado da adolescente e um vídeo dos dois juntos, apontando proximidade recente antes do crime.
As autoridades acreditam que uma segunda pessoa teria ajudado o cantor a esquartejar o corpo.
O rapper é oficialmente considerado suspeito de homicídio.
Carreira e cancelamento no Lollapalooza
D4vd, nascido no Queens (EUA), ficou conhecido por seus vídeos no Fortnite com músicas próprias, estratégia criada após sofrer ameaças de copyright. Ele se destacou com hits como Here With Me e Romantic Homicide, abriu shows da cantora SZA e estava em turnê mundial.
O rapper havia sido anunciado como atração do Lollapalooza 2026, em São Paulo, mas foi retirado do line-up em outubro, após se tornar suspeito do assassinato.
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