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Domingo, 08 de Fevereiro 2026

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Rita Cadillac se pronuncia após deixar gravação e rebate acusações de jornalista

A atriz Rita Cadillac apresenta sua versão dos fatos sobre o episódio que a levou a interromper uma gravação e iniciar uma disputa judicial contra o jornalista Roger Turchetti, negando invasão de áreas restritas.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Rita Cadillac se pronuncia após deixar gravação e rebate acusações de jornalista
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A atriz Rita Cadillac decidiu expor sua perspectiva sobre o incidente que resultou na interrupção de uma gravação e no subsequente litígio judicial contra o jornalista Roger Turchetti. Em uma conversa exclusiva com o portal BacciNotícias, Rita refuta as alegações de que teria adentrado em locais restritos e detalha os motivos que a levaram a encerrar a participação no podcast ‘Intervenção’.

O ponto de discórdia com menção de incesto

Segundo a artista, o ambiente durante a filmagem tornou-se tenso quando Turchetti introduziu um assunto delicado e, em sua opinião, sem fundamento. Rita Cadillac relatou que o jornalista usou uma suposta análise psicológica para sugerir que ela teria cometido incesto em um de seus trabalhos.

“Tudo por causa de uma pergunta. Porque ele já veio correndo para um lado que ele sabia que eu não ia falar. Primeira coisa, eu me dou direito de falar ou não falar do que eu quiser. Ele sabia que eu não ia falar, daí ele veio com uma idiotice tão grande que era sobre uma psicóloga que falou em um reportagem que eu tinha feito incesto”, declarou a artista.

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Rita enfatizou que a pessoa mencionada na produção, Cléo Cadillac, é sua afilhada apenas nominalmente, sem qualquer vínculo familiar ou de batismo. A artista considerou a acusação uma afronta séria e uma tentativa calculada de desestabilizá-la emocionalmente.

Proteção em relação a conteúdo adulto

A atriz explicou que mantém uma política clara de não discutir seus trabalhos em plataformas adultas durante entrevistas. Ela afirmou que essa decisão tem como objetivo proteger seu círculo familiar e social, incluindo parentes e amigos.

“Eu prefiro evitar de não falar para preservar minha família, meus amigos e a mim mesma. E, todo mundo sabe que eu tenho plataforma, eu não preciso ficar com bandeirinha falando que eu faço isso ou faço aquilo”, comentou.

Rita reiterou que a existência de seu perfil nessas plataformas é de conhecimento público, mas que ela se reserva o direito de não tornar o assunto um tópico de discussão jornalística para evitar exposição desnecessária às pessoas próximas a ela.

“Isso que me machucou, como a Cléo é minha afilhada de nome. Como que uma pessoa vem falar que eu fiz um incesto com uma afilhada. Porque se ela fosse minha afilhada de batismo ou tivesse laço sanguíneo, jamais. Não sou puritana, não acuso nada nem a ninguém quem faz ou deixa fazer, mas eu não faria um incesto. E a Cléo não é um incesto comigo”, reforçou Rita.

Quebra de acordos prévios

Um dos principais pontos de insatisfação de Rita reside na violação de um acordo comum em suas participações em podcasts. A artista ressaltou que, embora já tenha abordado o tema de forma natural em outras ocasiões, a condução de Roger Turchetti foi interpretada como uma tentativa de prejudicar sua imagem e gerar um conflito, desconsiderando os limites previamente estabelecidos.

A controvérsia da autorização de imagem

Quanto ao momento em que deixou o local, Rita negou veementemente as alegações de invasão de salas restritas ou de subtração de documentos. Ela declarou que apenas se dirigiu à mesa de recepção, onde estava o termo de autorização de uso de imagem que ela havia assinado antes do início da gravação.

“O Roger queria ver eu estourar, era estourar feio. Eu não estourarei feio. Levantei, olhei aonde estavam as pranchetas de autorizações de usa de imagem, olhei para outro lado que tinha uma mesa de corte e não vi a prancheta, daí fui na sala de recepção, que ele diz que cometi um crime que eu invadi uma sala restrita, eu peguei o papel com a minha assinatura. Peguei a autorização e rasguei. Rasguei mesmo na frente dele, na frente das câmeras, rasguei e fui embora”, relatou Rita.

Ação premeditada

Um aspecto fundamental destacado por Rita é o tempo decorrido desde o ocorrido. A gravação ocorreu em dezembro de 2025, marcando o fim de sua agenda profissional antes do recesso de fim de ano.

A artista mencionou que, após o desentendimento no estúdio, Roger Turchetti contatou sua assessoria solicitando uma nova autorização de uso de imagem, pedido que foi prontamente recusado devido ao tom ofensivo da gravação.

“Ele ligou sim, mas não olhei o que ele falou ou que deixou de falar. Ele ligou para o Gui (irmão e assessor), pedindo para que eu assinasse uma nova autorização de imagem, mas se eu já tinha ficado P da vida com o que ele estava falando, você acha que eu ia assinar um termo para ele colocar no ar. É crime ele falando que eu invadi uma sala restrita e pegando documentos. Não, eu não invadi sala e roubei documentos. Peguei minha autorização de imagem”, contestou Rita.

Ela acrescentou que, confiando na ética e legalidade da profissão jornalística, presumiu que a ausência do documento impediria a divulgação do material.

Publicação não autorizada

Apesar de ter rasgado o termo de autorização de uso de imagem, o conteúdo foi divulgado pelo canal ‘Intervenção’, o que surpreendeu a artista e sua equipe. Rita informou que soube da publicação através de amigos que compartilharam trechos da entrevista nas redes sociais. Diante da exposição, sua advogada iniciou os procedimentos legais. A ação judicial incluirá pedidos de indenização por danos morais, injúria e difamação.

“No dia que saiu já liguei para minha advogada e ela falou que entraria com ação. Primeiro ela pediu para tirar do ar, tudo bem, ela solicitou para tirar do ar, antes de entrar com ação de maneira amigável. Mas, como não tirou do ar, vai ter processo sim. Danos morais, injuria e difamação”, revelou a artista.

Neste ponto, Rita voltou a argumentar que o jornalista desconsiderou a falta do documento de imagem para priorizar o engajamento e o lucro financeiro em detrimento de sua reputação.

O futuro da relação entre as partes

Questionada sobre a possibilidade de um acordo ou de uma nova entrevista com Roger Turchetti, Rita Cadillac foi enfática ao afirmar que não há qualquer chance de diálogo futuro. Ela ressaltou que, embora pudesse ter reconsiderado caso houvesse um pedido de desculpas imediato na época da gravação, as ofensas e acusações de crime alteraram o cenário.

“Depois da entrevista dele pro Bacci começou ficar pesado. Ai ele vai ter que provar que eu cometi um crime. E vai ter que arcar com danos morais, porque eu desenho o espaço e te mostro se uma mesa de centro numa recepção se aquilo era uma sala restrita. Ele quer o que? Ganhar mais?”, finalizou Rita.

Para a artista, o jornalista terá agora que comprovar judicialmente as alegações feitas contra ela, encerrando qualquer possibilidade de um contato amigável.

FONTE/CRÉDITOS: Má Brito
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