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Política

Lula cobra Flávio Bolsonaro sobre apoio ao fim da escala 6x1

Candidato à reeleição desafia rival e defende mudanças na jornada de trabalho e na segurança pública.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Lula cobra Flávio Bolsonaro sobre apoio ao fim da escala 6x1
© Lula Marques/Agência Brasil.
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O candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva desafiou nesta quarta-feira (7) o senador Flávio Bolsonaro (PL) a apoiar a proposta de fim da escala 6x1. O texto em discussão prevê o direito a dois dias de folga semanal sem prejuízo salarial para os trabalhadores.

Durante plenária do PT com parlamentares, o chefe do Executivo declarou que pretende monitorar de perto a postura de seu opositor sobre a pauta trabalhista.

“Eu quero ver como é que o Flávio Bolsonaro vai votar. Eu desafio ele a votar favoravelmente. E desafio ele a pedir para o PL votar favoravelmente”, pontuou Lula. Ele recordou que o grupo político do adversário tem demonstrado resistência ao projeto.

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Em contrapartida, o representante do PL argumenta que o empregado precisa ter autonomia para definir sua própria carga horária conforme suas demandas cotidianas.

“Nossa proposta é dar liberdade para que o trabalhador monte a sua jornada de trabalho conforme a sua possibilidade e necessidade”, declarou Flávio Bolsonaro recentemente.

No entanto, a avaliação governista é de que tal flexibilização prejudica a classe trabalhadora em negociações desiguais.

“Eles estão inventando uma história, como se, em um acordo leonino, o trabalhador tivesse alguma vantagem”, rebateu o candidato petista durante o evento.

Segurança Pública e prisões federais

Ainda no encontro, o debate avançou para a necessidade de aprovação da PEC da Segurança Pública. O objetivo principal é unificar ações entre União, estados e municípios no combate às facções.

Para Lula, o modelo atual sobrecarregou os governos estaduais desde a Constituição de 1988, tornando essencial o reforço da atuação federal por meio das polícias.

O plano governamental também prevê a transformação de 138 unidades prisionais em estabelecimentos de segurança máxima e a criação de uma pasta ministerial dedicada ao setor.

FONTE/CRÉDITOS: Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil 
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