O ministro Kássio Nunes Marques, presidente do TSE, determinou nesta terça-feira (13) a nova suspensão completa do canal Exército do Lula no WhatsApp, devido à ausência de registro formal do endereço eletrônico na Justiça Eleitoral.
A medida derruba a decisão anterior do corregedor-nacional Ricardo Villas Bôas Cueva, que havia recolocado a página em funcionamento. Para Nunes Marques, Cueva ultrapassou os limites competência.
Pela determinação, o canal com 3,7 milhões de inscritos só poderá retornar após a regularização e o cumprimento de um prazo de carência de 48 horas.
Disputa jurídica
A ação foi movida pela campanha do candidato Flávio Bolsonaro (PL). O deputado André Janones (Rede-MG), administrador da página, criticou a medida e classificou a decisão como ato de censura.
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