As entidades que representam o setor de apostas reagiram nesta sexta-feira (25/9) à Medida Provisória anunciada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para encerrar as operações das bets legalizadas no Brasil. Em manifesto, o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR), a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e empresas licenciadas criticaram a decisão e defenderam que “proibir não é proteger”.
De acordo com as associações, a retirada das plataformas autorizadas do mercado não impediria os brasileiros de apostar. Na avaliação do setor, a medida poderia provocar uma migração em massa para sites clandestinos, que não estão submetidos aos mesmos mecanismos de fiscalização e proteção.
“A proibição total das apostas de quota fixa representaria uma ruptura do marco regulatório construído pelo próprio Estado brasileiro e colocaria em risco uma atividade econômica que, desde janeiro de 2025, opera sob autorização, fiscalização e regras definidas pelo Governo Federal”, escreveram.
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