A partir desta quarta-feira (30), o Sistema Nacional de Controle de Receituários (SNCR) da Anvisa passou a ofertar recursos voltados para a gestão e emissão eletrônica de receitas médicas no país.
A autarquia federal ressaltou que a transição não decreta o fim do meio físico. O objetivo é somar alternativas para os médicos, farmácias e drogarias.
Conforme o órgão regulador, a implantação ocorrerá de forma paulatina, respeitando o ritmo de adaptação de cada segmento envolvido na cadeia.
Principais novidades do sistema
Entre as inovações, destaca-se a digitalização de notificações de receita antes restritas ao papel, como os modelos azul e amarelo.
O monitoramento online também abrangerá itens de controle especial, antimicrobianos e agonistas de GLP-1, amplamente conhecidos como canetas emagrecedoras.
A Anvisa garantiu que as vias físicas seguem plenamente válidas, mantendo as normativas vigentes para cada substância controlada.
Entenda o SNCR
A plataforma foi desenvolvida para unificar o gerenciamento e otimizar a fiscalização de medicamentos que exigem atenção especial.
Lançada em julho de 2024, a ferramenta auxilia as vigilâncias sanitárias locais na distribuição e acompanhamento das numerações oficiais.
Adequação para profissionais e farmácias
Os médicos utilizarão seus softwares habituais, que precisarão se conectar ao sistema federal para gerar os documentos digitais.
Já os estabelecimentos farmacêuticos poderão checar a autenticidade dos dados, validar o prescritor e registrar a dispensação com o apoio de um QR code.