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Economia

Pix por aproximação perde limite de R$ 500 determinado pelo Banco Central

Clientes agora podem definir novos valores diretamente com as instituições financeiras, mantendo os protocolos de segurança.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Pix por aproximação perde limite de R$ 500 determinado pelo Banco Central
© Bruno Peres/Agência Brasil
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A partir desta quinta-feira, o uso do Pix por aproximação passa a contar com novas diretrizes estabelecidas pelo Banco Central. A principal mudança é a remoção do teto específico de R$ 500 por transação para essa modalidade de pagamento.

Com essa alteração, os correntistas ganham autonomia para solicitar diretamente à sua instituição financeira o aumento ou a redução dos valores máximos permitidos.

A determinação foi oficializada por meio da Instrução Normativa BCB nº 746. A norma também abrange operações realizadas via Código QR, chaves de acesso e a jornada sem redirecionamento do Open Finance.

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O que muda na prática

O fim da restrição de R$ 500 não significa a liberação de quantias ilimitadas de forma automática. Os montantes autorizados seguem atrelados às configurações de segurança de cada conta.

Agora, um cliente poderá realizar uma transferência de R$ 600 ou R$ 1 mil utilizando a aproximação, desde que o teto personalizado permita a operação.

Como ajustar o limite

Para alterar os valores permitidos, o usuário deve acessar o aplicativo do seu banco. A ferramenta de gerenciamento deve estar disponível na área de configurações do sistema de pagamentos.

Basta navegar até a seção de limites da modalidade por aproximação, solicitar a mudança desejada e concluir as etapas de autenticação exigidas pela instituição.

Cuidados e segurança

A flexibilização dos valores exige maior cautela dos usuários contra fraudes. É fundamental conferir atentamente o valor exibido na maquininha e manter os bloqueios de tela ativados no smartphone.

Criado em 2020, o sistema de pagamentos instantâneos segue em expansão no país, buscando ampliar a adesão aos pagamentos via NFC em estabelecimentos físicos.

FONTE/CRÉDITOS: Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil
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