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Sexta-feira, 01 de Maio 2026
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Comissão do Senado age em relação às buscas por crianças desaparecidas no caso Bacabal

Após dois meses do sumiço dos irmãos Ágatha e Allan em Bacabal, Maranhão, o Senado Federal se mobiliza para apoiar as buscas e discutir a federalização de casos de desaparecimento pelo país.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Comissão do Senado age em relação às buscas por crianças desaparecidas no caso Bacabal
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Dois meses se passaram desde o desaparecimento dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, em Bacabal, no interior do Maranhão, e o paradeiro das crianças permanece desconhecido. A persistência deste e de outros sumiços em território nacional motivou uma reunião para aprimorar a investigação e localização de pessoas desaparecidas.

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal decidiu focar no suporte logístico para as operações em Bacabal e avaliou a federalização do caso, transferindo-o para a Justiça Federal, como uma possibilidade distante.

Durante o encontro, realizado na última segunda-feira (2), foram discutidas e alinhadas estratégias nacionais para a prevenção, investigação e localização de crianças desaparecidas em todo o território brasileiro.

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Decorridos dois meses, as autoridades de segurança do Maranhão ainda não obtiveram respostas sobre o paradeiro de Ágatha e Allan, apesar dos esforços contínuos de bombeiros, policiais e voluntários nas buscas.

Além do desaparecimento dos irmãos em Bacabal, outros casos geram grande apreensão às autoridades, como o de Elisa Ladeira, de 2 anos, na ilha do Marajó (PA), e o de Edson Silva, de 6 anos, no Rio de Janeiro (RJ), ambos com fortes indícios de envolvimento com tráfico humano.

Diante desse cenário, a senadora Damares (Republicanos) anunciou que fará um novo pedido de federalização para esses casos de desaparecimento.

“A Comissão de Direitos Humanos já visitou Marajó especificamente por causa de Elisa. Estamos solicitando a federalização deste caso e, na verdade, também dos casos de Elisa e do menino Davi”, declarou Damares. Ela acrescentou: “Pedimos atenção especial ao caso de Elisa, pois há evidências de que indivíduos adquirem crianças em Marajó.”

Contudo, a federalização dos desaparecimentos em Bacabal não foi abordada no encontro, uma vez que a investigação policial ainda considera a hipótese de as crianças estarem perdidas na mata ou em uma área rural adjacente, com a possibilidade de sequestro sendo remota.

Para mais informações, acesse o BacciNotícias:

FONTE/CRÉDITOS: Gabriela Vieira
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