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Sábado, 14 de Março 2026

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Goleiro Bruno reitera desconhecimento sobre paradeiro de Elisa Samudio e alega pressão na investigação

Durante entrevista a um podcast, o ex-jogador Bruno novamente abordou o caso Elisa Samudio, reiterando que não possui informações sobre o paradeiro da vítima ou de seus restos mortais, e que, se soubesse, já teria comunicado à mãe de Elisa, Sônia Moura.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Goleiro Bruno reitera desconhecimento sobre paradeiro de Elisa Samudio e alega pressão na investigação
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No programa Geral Podcast, o ex-goleiro Bruno retornou ao tema do caso Elisa Samudio, declarando que desconhece o que de fato ocorreu com a vítima e onde se encontram seus despojos. Ele enfatizou que, caso possuísse tal conhecimento, já o teria compartilhado com a mãe de Elisa, Sônia Moura.

“Se eu tivesse qualquer informação nesse sentido, já a teria fornecido à dona Sônia há muito tempo. Eu não sei. Desconheço o que aconteceu”, afirmou Bruno. Ao ser interpelado diretamente sobre a localização dos restos mortais de Elisa, sua resposta foi enfática: “Não sei. Não tenho conhecimento do que foi feito, nem do que ocorreu”.

Durante a conversa, o ex-atleta revelou ter sido coagido a manter o silêncio nos estágios iniciais do processo. “Eu apenas contive o boletim de ocorrência. E fui forçado a isso”, declarou, adicionando: “Me alertaram e ameaçaram, indicando que se eu revelasse algo, enfrentaria problemas. Por isso, não pude expor muitos detalhes”.

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Bruno também expressou seu pesar pelas repercussões do caso em sua trajetória. Conforme suas palavras, as perdas foram irreversíveis e significativas. “Permiti que toda a minha vida escorresse por entre meus dedos. Minha carreira, minha liberdade, e subitamente, minha dignidade. Isso é um fardo imenso. É um peso”, lamentou. Em outro ponto, ele mencionou carregar remorsos e manifestou o desejo de, futuramente, dialogar com um dos envolvidos para atenuar essa carga.

O ex-arqueiro abordou ainda a estratégia jurídica empregada à época, afirmando que não foi ele quem selecionou o defensor que o representou no começo do litígio. “Na verdade, nem deveria ser eu a estar ali. Fizeram a escolha por mim”, narrou. Ele complementou que somente agora se sente à vontade para discutir o assunto com mais franqueza, embora ressalte a impossibilidade de mencionar nomes.

No decorrer da entrevista, foi levantada a questão sobre a existência de documentos referentes à comercialização de um de seus veículos, que teriam vindo à tona logo nas fases iniciais das apurações. Bruno confirmou ter conhecimento aprofundado do ocorrido: “Tenho muitas informações sobre isso”.

Finalmente, o ex-goleiro reiterou suas críticas à forma como o processo foi conduzido, sustentando que, em sua percepção, o desenrolar dos fatos teria sido outro caso ele não fosse uma personalidade pública. “Se eu não fosse o Bruno, diante de um processo repleto de inconsistências, sequer seria detido”, declarou.

Bruno foi sentenciado a 27 anos e três meses de reclusão pelo homicídio de Elisa Samudio, crime que ocorreu em 2010. O cadáver da vítima jamais foi localizado.

FONTE/CRÉDITOS: Lucas Tadeu
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