Em busca de um novo mandato, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva estruturou seu plano de governo com propostas que incluem o reajuste real do salário mínimo e a criação de novas pastas administrativas para fortalecer a gestão federal. O documento detalha diretrizes para áreas como saúde, educação e economia, projetando continuidade e expansão de políticas públicas anteriores.
Entre as principais medidas anunciadas para a gestão econômica está a garantia de que os rendimentos da população cresçam sempre acima da inflação, além da isenção de impostos para itens essenciais da cesta básica. Na vertente industrial, a aposta é na chamada neoindustrialização, com foco em inovação e inteligência artificial.
Saúde e educação
No setor da saúde, a campanha destaca a meta de estruturar uma ampla rede pública voltada ao diagnóstico e tratamento oncológico. O programa Farmácia Popular também deve ser ampliado, incorporando a oferta gratuita de exames laboratoriais para monitoramento de condições crônicas, como diabetes e hipertensão arterial.
Para a educação, o projeto prevê novos investimentos na expansão dos institutos federais, priorizando regiões periféricas e municípios com baixa oferta de cursos técnicos. A ampliação de vagas em creches e o fomento ao ensino integral também integram as diretrizes educacionais.
Segurança pública e soberania
Uma das novidades previstas é a criação do Ministério da Segurança Pública, órgão que atuará em conjunto com estados e municípios no combate ao crime organizado e ao tráfico de armas. O plano também enfatiza a proteção das fronteiras nacionais e o fortalecimento da Base Industrial e Tecnológica de Defesa para equipar as Forças Armadas.