O ex-presidente Jair Bolsonaro foi alvo de um mandado de busca e apreensão em sua residência na manhã desta quarta-feira (8/7). A diligência da Polícia Federal (PF) foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, e previa a busca por armas, munições, acessórios e documentos de registro que estivessem em posse do ex-presidente.
De acordo com a defesa, os agentes chegaram ao local por volta das 7h para cumprir a ação. Depois da busca, nenhum material foi encontrado. Com isso, eles deixaram a casa de Bolsonaro pouco mais de uma hora depois.
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A operação foi determinada após os advogados de Bolsonaro comunicarem ao STF o paradeiro de duas armas dele que não haviam sido localizadas pelas autoridades. Segundo a defesa, todas as dez armas registradas em nome do ex-presidente já estão sob custódia de órgãos públicos ou têm localização conhecida e informada às autoridades.
João Henrique de Freitas, um dos advogados de Bolsonaro, usou as redes sociais para afirmar que acompanhou a diligência. “Acabo de sair da residência do presidente Jair Bolsonaro após acompanhar mais uma busca e apreensão da Polícia Federal, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes”, iniciou.
Ele ainda criticou a decisão do ministro. “O mandado buscava armas, munições, acessórios e documentos de registro. A defesa já havia informado previamente o paradeiro de todas as armas. Resultado: nada foi encontrado. É lamentável que um ex-presidente da República ainda seja submetido a esse tipo de ação”, escreveu o advogado de Bolsonaro.




