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Terça-feira, 21 de Abril 2026
Economia

Cesta básica registra alta em todas as capitais brasileiras em março

No acumulado do ano, todas as capitais apresentaram aumento nos preços dos alimentos essenciais, com variações entre 0,77% em São Luís e 10,93% em Aracaju.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Cesta básica registra alta em todas as capitais brasileiras em março
© Valter Campanato/Agência Brasil/Arquivo
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Em março, o custo da cesta básica apresentou elevação em todas as capitais do Brasil, incluindo o Distrito Federal.

De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, divulgada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em parceria com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a maior variação de preço foi observada em Manaus, com um aumento médio de 7,42%. Em seguida, vieram Salvador (7,15%), Recife (6,97%), Maceió (6,76%), Belo Horizonte (6,44%) e Aracaju (6,32%).

Considerando o período acumulado de 2026, todas as capitais registraram um encarecimento da cesta básica, com percentuais que variaram de 0,77% em São Luís a 10,93% em Aracaju.

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Um dos principais fatores que contribuíram para o aumento no custo da cesta no mês passado foi a alta no preço do feijão, que subiu em todas as cidades pesquisadas. O feijão preto, por exemplo, teve seu valor elevado nas capitais do sul do país, além do Rio de Janeiro e Vitória, com aumentos que oscilaram entre 1,68% (Curitiba) e 7,17% (Florianópolis). Já o feijão carioca, encontrado nas demais capitais, apresentou variações entre 1,86% (Macapá) e 21,48% (Belém). Conforme o estudo, essa elevação no preço do feijão se deve à restrição na oferta, causada por dificuldades na colheita.

Adicionalmente, observou-se um aumento nos preços do tomate, da carne bovina de primeira e do leite integral.

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Cesta mais cara do país

Em março, São Paulo registrou a cesta básica mais cara do Brasil, com um valor médio de R$ 883,94. O Rio de Janeiro ficou em segundo lugar, com R$ 867,97, seguido por Cuiabá (R$ 838,40) e Florianópolis (R$ 824,35). Nas regiões Norte e Nordeste, onde a composição da cesta difere, os menores custos médios foram encontrados em Aracaju (R$ 598,45), Porto Velho (R$ 623,42), São Luís (R$ 634,26) e Rio Branco (R$ 641,15).

Com base no valor da cesta mais cara do país em março, a de São Paulo, e considerando a determinação constitucional de que o salário mínimo deve ser suficiente para cobrir as despesas básicas, o Dieese calculou que o salário mínimo ideal em dezembro deveria ser de R$ 7.425,99. Esse valor representa 4,58 vezes o salário mínimo vigente em dezembro, que era de R$ 1.621,00.

FONTE/CRÉDITOS: Elaine Patricia Cruz – Repórter da Agência Brasil
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