O filme "Michael" já se consolida como um dos marcos cinematográficos recentes no Brasil. Impulsionado pela mais ampla campanha de marketing já realizada pela Universal Pictures Brasil, a produção alcançou cifras notáveis em suas semanas iniciais de exibição.
Conforme dados da Comscore, a obra cinematográfica superou a marca de 5 milhões de espectadores e já acumulou uma receita de R$ 113 milhões nas salas de cinema brasileiras. Este impressionante resultado posicionou o Brasil na vanguarda global em termos de público para esta produção.
A chegada do filme aos cinemas também capturou a atenção do setor por outra razão: "Michael" estabeleceu o recorde de maior bilheteria de estreia para uma cinebiografia no Brasil, superando lançamentos de peso como "Oppenheimer" e "Bohemian Rhapsody".
No âmbito interno, a Universal Pictures expressa a mais alta satisfação. O longa-metragem já figura entre os dez maiores lançamentos da distribuidora no Brasil, ombreando com sagas de grande sucesso como "Meu Malvado Favorito 4" e "Velozes e Furiosos 7".
Para Hernan Viviano, o diretor-geral da Universal Pictures no Brasil, os resultados numéricos não apenas evidenciam a eficácia da campanha de lançamento, mas sobretudo a magnitude do legado de Michael Jackson entre o público brasileiro.
Viviano salienta: “Estamos imensamente orgulhosos com o êxito de ‘Michael’ e temos a convicção de que o filme pode se tornar o maior lançamento da Universal Pictures no Brasil nas próximas semanas. É sabido que os admiradores do artista aguardavam por esta produção há bastante tempo, e a resposta a essa expectativa se manifestou em números impressionantes, desde a sessão prévia em abril até sua terceira semana em cartaz. Tais dados espelham a relevância duradoura do legado de Michael Jackson globalmente e, particularmente, no Brasil, ao mesmo tempo em que sublinham a excelência das obras distribuídas pela Universal Pictures”.
De fato, poucos artistas possuiriam a capacidade de gerar uma mobilização de tamanha proporção. Michael Jackson persiste como um fenômeno mundial, mesmo décadas após seu falecimento — e o desempenho deste filme nos cinemas brasileiros é uma prova irrefutável dessa realidade.