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Sábado, 14 de Março 2026

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Delegada indica desilusão amorosa como causa do assassinato de professora

A Polícia Civil de Rondônia apresentou novos detalhes sobre o homicídio da professora e escrivã Juliana Mattos de Lima Santiago, 41 anos, que foi morta em uma sala de aula em Porto Velho. As apurações sugerem que o crime foi motivado por uma frustração amorosa, após o agressor não aceitar a rejeição da vítima.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Delegada indica desilusão amorosa como causa do assassinato de professora
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A Polícia Civil de Rondônia trouxe à tona novas informações sobre o falecimento da professora e escrivã de polícia Juliana Mattos de Lima Santiago, de 41 anos. Ela foi assassinada no interior de uma sala de aula em uma instituição de ensino superior localizada em Porto Velho. As investigações apontam que o crime teve como motivação uma frustração amorosa, decorrente da rejeição da vítima ao suspeito.

Conforme relatado pela delegada responsável pelo caso, Leisaloma Carvalho, o indivíduo que cometeu o ataque era estudante da mesma instituição e teria agido ao término de uma aula. Ele foi detido em flagrante no próprio campus, imediatamente após o ocorrido. Em seu depoimento, o acusado chegou a alegar que mantinha um relacionamento com a professora, mas essa versão foi refutada pela polícia, que não encontrou qualquer evidência de um vínculo afetivo entre eles.

A investigação sugere que Juliana sempre manteve uma conduta estritamente profissional, estabelecendo claramente os limites da relação acadêmica. As autoridades também descartaram a possibilidade de o crime estar relacionado a avaliações, notas ou ao desempenho escolar da vítima.

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De acordo com a delegada, o estudante demonstrava insatisfação com a recusa da professora, inclusive em situações que envolviam interações em redes sociais, o que fortalece a tese de que a motivação foi de cunho pessoal e associada à rejeição. O caso está sendo oficialmente classificado como feminicídio, e a polícia ainda investiga se houve premeditação.

FONTE/CRÉDITOS: Victor Oliveira
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