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Quinta-feira, 22 de Janeiro 2026

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Influenciadora é executada por grupo terroristas após ser confundida por espiã

Um influenciadora, identificada como Mariam Cissé, foi sequestrada e executada por membros do grupo terrorista Jihadistas, após ser considerada uma espiã pelos extremistas. O caso ocorreu na última sexta-feira (7), em Mali, na África Ocidental. A jovem de pouco mais de 20 anos era conhecida por seus vídeos virais no TikTok, e somava mais de […]

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Influenciadora é executada por grupo terroristas após ser confundida por espiã
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Um influenciadora, identificada como Mariam Cissé, foi sequestrada e executada por membros do grupo terrorista Jihadistas, após ser considerada uma espiã pelos extremistas. O caso ocorreu na última sexta-feira (7), em Mali, na África Ocidental.

A jovem de pouco mais de 20 anos era conhecida por seus vídeos virais no TikTok, e somava mais de 90 mil seguidores na rede sociai, onde compartilhava conteúdos sobre sua cidade natal, Tonka.

Em alguns deles, ela mostrava apoio ao Exército malinês, vestida com uniforme militar e prestando continência, fato que despertou a desconfiança nos jihadistas, militantes de grupos extremistas que usam uma ideia de “guerra santa” para justificar atos de violência.

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A influenciadora foi sequestrada em 6 de novembro em um mercado de Tonka. De acordo com familiares, no dia seguinte, ela foi levada até uma praça da cidade e assassinada a tiros.

“Os terroristas a viram filmando. Pensaram que ela os estava espionando“, disse o tio de Mariam, que assistiu à morte da sobrinha.

“Na hora da execução, eles a levaram em duas motocicletas. Eram quatro homens. Vendaram seus olhos. Depois, atiraram nela à queima-roupa. Ela foi atingida por quatro balas“, testemunhou ele.

A execução da jovem provocou indignação no país, governado por uma junta militar, que enfrenta uma profunda crise de segurança e atravessa uma crise econômica desde há 13 anos.

Desde setembro, membros do Grupo de Apoio ao Islã e aos Muçulmanos (JNIM), afiliado à Al-Qaeda, vêm implementando uma estratégia para estrangular a economia do Mali, impondo bloqueios a diversas cidades e a caminhões de combustível, o que tem gerado medo na população.

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FONTE/CRÉDITOS: Gabriela Vieira/ Bacci Notícias
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