Neymar Jr. não entrou em campo na vitória do Santos sobre o Atlético-MG, na quarta-feira (9/9), pela Copa Sul-Americana, mas esteve no centro das atenções mesmo assim. De um dos camarotes da Vila Belmiro, o atacante acompanhou a partida e trocou provocações com torcedores atleticanos. No dia seguinte, o jogador falou sobre o episódio e defendeu a rivalidade como parte do futebol, desde que não ultrapasse os limites da violência.
“Estava no caminho de casa e vim pensando, até chegar aqui, em como eram os jogos importantes, os clássicos, os jogos classificatórios, onde existia rivalidade e tudo mais, a provocação”, começou o jogador.
(function () {
var AD_UNIT = 'ld-m-art-r1-01';
var PLACEMENT = '846612';
var DEVICE = 'mobile';
var MIN_H = 280;
var done = false;
function rightDevice() {
var isMobile = window.matchMedia
? window.matchMedia('(max-width: 767px)').matches
: (document.documentElement.clientWidth || 0) < 768;
return DEVICE === 'mobile' ? isMobile : !isMobile;
}
function box() {
return document.getElementById(AD_UNIT);
}
function hide() {
var b = box();
if (b) b.style.display = 'none';
}
function register() {
if (done) return;
done = true;
if (!rightDevice()) {
hide();
return;
}
var b = box();
if (b) {
b.style.minHeight = MIN_H + 'px';
}
window.ANConfig = window.ANConfig || {};
window.ANConfig.placements = window.ANConfig.placements || [];
window.ANConfig.placements.push({
adUnitId: AD_UNIT,
propertyId: '105130',
placementId: PLACEMENT,
data: {},
consent: true,
onLoad: function (adUnitId) {},
onFail: function (adUnitId) {
hide();
}
});
setTimeout(function () {
var c = box();
if (c && !c.getElementsByTagName('iframe').length) {
hide();
}
}, 6000);
}
var C = window.__ldAdConsent;
if (!C) {
C = window.__ldAdConsent = {
subs: [],
fired: false
};
C.granted = function () {
var v = window.LD_AD_CONSENT;
return v === true ||
v === 1 ||
v === 'true';
};
C.fire = function () {
if (C.fired) return;
C.fired = true;
if (C.poll) {
clearInterval(C.poll);
C.poll = null;
}
for (var i = 0; i < C.subs.length; i++) {
try {
C.subs[i]();
} catch (e) {}
}
var inject = function () {
if (document.getElementById('ap-js')) {
return;
}
var ver = new Date()
.toISOString()
.split(':')[0]
.replace(/\D/g, '');
var apjs = document.createElement('script');
apjs.type = 'text/javascript';
apjs.async = true;
apjs.setAttribute('id', 'ap-js');
apjs.src =
'https://central-brazil.ap.giraffa.tech/js/ap-gjanout.js?v=' + ver;
document.head.appendChild(apjs);
};
if (document.readyState === 'loading') {
document.addEventListener(
'DOMContentLoaded',
function () {
setTimeout(inject, 0);
}
);
} else {
setTimeout(inject, 0);
}
};
function onSignal(e) {
if (
(e && e.detail === true) ||
C.granted()
) {
C.fire();
}
}
window.addEventListener(
'ld-ad-consent',
onSignal
);
document.addEventListener(
'ld-ad-consent',
onSignal
);
if (typeof window.__tcfapi === 'function') {
window.__tcfapi(
'addEventListener',
2,
function (tcData, success) {
if (!success || !tcData) {
return;
}
if (
tcData.eventStatus !== 'tcloaded' &&
tcData.eventStatus !== 'useractioncomplete'
) {
return;
}
if (
tcData.purpose &&
tcData.purpose.consents &&
tcData.purpose.consents[1]
) {
C.fire();
}
}
);
}
C.poll = setInterval(function () {
if (C.fired) {
clearInterval(C.poll);
C.poll = null;
return;
}
if (C.granted()) {
C.fire();
}
}, 250);
}
C.subs.push(register);
if (C.fired) {
register();
} else if (C.granted()) {
C.fire();
}
})();
Veja as fotos
Abrir em tela cheia
NeymarReprodução/Instagram @neymarjr
Neymar Jr.Crédito: Reprodução ESPN
Neymar Jr.Crédito: Reprodução Instagram @neymarjr
Voltar
Próximo
Ao comentar a situação, Neymar resgatou episódios envolvendo jogadores conhecidos pela personalidade provocadora dentro de campo. O atacante citou nomes como Edmundo, Viola, Paulo Nunes e Edilson para explicar como enxerga a rivalidade no futebol.
Publicidade
“Era muito legal, quando tinha o Edmundo, o Viola, quando fazia gol, imitava o outro time, tirava sarro, Paulo Nunes, esses caras e Edilson, enfim… Esse clima de rivalidade, de provocação, faz parte do futebol, é legal, antigamente era maravilhoso, quando dava confusão e tudo mais, o que não pode, obviamente, é a violência, partir para as coisas ruins, isso não pode mais”, refletiu.
O jogador também destacou que mantém amizades com torcedores de diferentes clubes e afirmou que as brincadeiras fazem parte da convivência entre eles.
“A provocação faz parte, eu tenho amigos que são corintianos, flamenguistas, palmeirenses, são-paulinos, atleticanos, cruzeirenses, enfim, todos os meus amigos de todos os times do Brasil. Tiro sarro, brinco com eles. Tranquilo e mesmo assim a gente se ama igual!”, contou.
Neymar reconheceu que foi bastante provocado pelos torcedores do Atlético-MG durante a partida e contou que também respondeu às provocações. Segundo ele, o contexto fazia parte do clima criado pelo jogo.
“Faz parte. A provocação no futebol faz parte. Ela é sadia, é gostosa. Ontem fui provocado bastante pelos torcedores do Atlético. Respondi a muitas das provocações ali. Obviamente porque nós estávamos ganhando e eu estava feliz com isso”, explicou.
Apesar do bate-boca, Neymar afirmou que não ficou com ressentimentos e reforçou o respeito pelo clube e pela torcida atleticana.
“Demos risada e está tudo certo. Sem mágoas. Respeito muito o torcedor atleticano, o clube do Atlético Mineiro. Mas as farpas e as provocações fazem parte do futebol e está tudo certo. Pode me xingar à vontade, porque no fundo eu sei que vocês me amam”, concluiu o jogador, com bom humor.
FONTE/CRÉDITOS: Guilherme Silva