O ex-atleta Perdigão, de 48 anos, relatou nesta segunda-feira (19/1) ter sido alvo de agressões por parte de policiais militares após o confronto entre São Joseense e Operário, válido pelo Campeonato Paranaense. Vídeos do incidente mostram os agentes utilizando cassetetes contra o ex-jogador. O ocorrido teve lugar na saída do estádio Vila Capanema, em Curitiba (PR), no domingo (18/1).
Em suas plataformas digitais, o ex-meio-campista, com passagens por Internacional, Corinthians e Vasco, expôs o caso, divulgando imagens das agressões e as marcas deixadas em seu corpo. Segundo seu relato, a violência começou após ele se aproximar para cumprimentar um policial. "Todos que me conhecem sabem que sou uma pessoa tranquila, bem-vista e que aprecia a interação com as pessoas", declarou.
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"Naquele momento, me aproximei de um policial apenas para cumprimentá-lo, parabenizar pelo serviço e desejar boa noite. Não sei se houve algum mal-entendido, mas, de forma repentina e sem qualquer justificativa, ele veio em minha direção me agredindo com um cassetete. Em todo momento tentei apaziguar a situação, me afastando e demonstrando que não havia qualquer intenção de confronto", acrescentou Perdigão.
O ex-jogador enfatizou que, mesmo durante as agressões, manteve a calma e não reagiu. "Ainda assim, a violência aconteceu de forma totalmente gratuita e injustificável [...]. Violência, especialmente vinda de quem tem o dever de zelar pela nossa segurança, é inadmissível". Ele informou que pretende buscar as devidas providências: "Todas as medidas cabíveis já estão sendo tomadas, e espero sinceramente que o responsável seja devidamente responsabilizado".
Nos comentários da postagem, colegas da imprensa esportiva e ex-companheiros de equipe de Perdigão manifestaram repúdio ao ocorrido. "Você levou alegria e felicidade em todos os clubes que passou não seria agora que faria maldade, lamentável. Irmão eu te amo isso é um absurdo", expressou Tinga, que jogou com o ex-atleta no Internacional. "Meu Deus do céu. Que absurdo. Triste e revoltante", comentou o jornalista Abel Neto.