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Pesquisadores encontram criatura marinha do tamanho de prédio no oceano

Uma descoberta impressionante nas águas remotas das Ilhas Salomão, no Pacífico Sul, surpreendeu pesquisadores e levantou um alerta sobre a preservação da vida marinha. Uma criatura gigantesca, equivalente ao tamanho de um prédio de 10 andares, foi identificada no fundo do oceano — mas, ao contrário do que muitos imaginariam, não se trata de um […]

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Pesquisadores encontram criatura marinha do tamanho de prédio no oceano
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Uma descoberta impressionante nas águas remotas das Ilhas Salomão, no Pacífico Sul, surpreendeu pesquisadores e levantou um alerta sobre a preservação da vida marinha. Uma criatura gigantesca, equivalente ao tamanho de um prédio de 10 andares, foi identificada no fundo do oceano — mas, ao contrário do que muitos imaginariam, não se trata de um animal enorme, e sim de um coral solitário que pode ter séculos de existência.

A estrutura monumental pertence à espécie Pavona clavus e mede mais de 30 metros de largura, superando o recorde anterior, registrado na Samoa Americana, de cerca de 22 metros. Diferentemente dos recifes comuns, que são formados por colônias com organismos diversos, esse coral é um único ser vivo composto por milhões de pólipos geneticamente idênticos que crescem lentamente ao longo de eras.

Estudos preliminares sugerem que o coral começou a se formar ainda no período napoleônico, evidenciando o quanto os oceanos guardam segredos milenares. A descoberta reforça a ideia de que o Pacífico Sul permanece amplamente inexplorado — e guarda criaturas raras, colossais e pouco compreendidas.

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A preocupação dos cientistas agora se volta para as ameaças que podem colocar em risco organismos desse porte. Com o aumento das temperaturas globais, os recifes têm sofrido branqueamento em massa. Desde 2023, aproximadamente 75% deles apresentaram algum grau de branqueamento, resultado direto das ondas de calor marinhas. O fenômeno já causa perdas significativas e pode comprometer a sobrevivência de organismos essenciais para o equilíbrio dos ecossistemas oceânicos.

Especialistas reforçam que ações individuais podem fazer diferença, como apoiar práticas de pesca sustentável e reduzir o impacto ambiental cotidiano — medidas simples, mas que contribuem para a sobrevivência de corais centenários e da biodiversidade marinha que depende deles.

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FONTE/CRÉDITOS: Marcela Gomes/ Bacci Notícias
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