Um ataque a tiros resultou na morte de duas servidoras nesta terça-feira (5/5), dentro do Instituto São José, uma instituição de ensino em Rio Branco, no Acre, que mantém convênio com o governo estadual. A confirmação veio do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do executivo estadual. O autor do crime seria um estudante de 13 anos da própria escola.
As servidoras falecidas foram identificadas como Alzenir Pereira e Raquel Sales Feitosa. O ataque também deixou duas outras pessoas feridas: uma colega de trabalho e um aluno, ambos levados para atendimento de emergência.
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Abrir em tela cheia — Foto: Reprodução G1/Arquivo pessoal Foto: Amanda Oliveira/Rede Amazônica Acre Voltar PróximoLeia Também
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A polícia confirmou que o autor do ataque é um adolescente de 13 anos, estudante da escola, que portava uma arma e foi detido após os disparos. A arma utilizada pertencia ao padrasto dele, que foi conduzido pela Polícia Militar do Acre e está sob custódia.
De acordo com informações do G1, os estudantes do período da tarde estavam em aula quando os tiros foram ouvidos. Relatos de sobreviventes indicam que os alunos ficaram extremamente assustados, deitaram-se no chão e tentaram barricar as salas com cadeiras.
Em declaração à Rede Amazônica Acre, o comandante do Bope, coronel Felipe Russo, informou que as duas vítimas fatais eram inspetoras da instituição. Segundo o coronel, nenhum aluno sofreu ferimentos graves. “Um aluno foi atingido na perna. Um adulto também ficou ferido. Infelizmente, duas funcionárias faleceram. A informação é que um aluno de 13 anos pegou a arma do padrasto, veio e efetuou os disparos. Os disparos ocorreram em um corredor que leva à sala da diretoria. Ele não conseguiu acesso às salas de aula”, detalhou o coronel.
O coronel acrescentou que, supostamente, outros estudantes tinham conhecimento prévio do ataque. Eles foram identificados pela Polícia Militar. “Os alunos que sabiam deste fato e, de alguma forma, colaboraram para que ele acontecesse já foram identificados e, em breve, a Polícia Militar os localizará”, afirmou.