No encerramento da campanha eleitoral neste sábado (24), os candidatos à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) mobilizaram apoiadores em grandes atos realizados nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, buscando consolidar votos na reta final do segundo turno.
Na zona oeste da capital fluminense, o senador Flávio Bolsonaro liderou uma caminhada que partiu da Praça do Ó, na Barra da Tijuca, acompanhado por trios elétricos. O percurso de cerca de um quilômetro seguiu até o Condomínio Vivendas da Barra, reunindo simpatizantes com faixas, bandeiras e camisetas verde-amarelas.
Durante a mobilização, Flávio discursou brevemente acompanhado de sua esposa, Fernanda, do governador eleito Douglas Ruas (PL) e de aliados como os deputados Nikolas Ferreira e Sóstenes Cavalcante, o senador eleito Dalagnol e o governador paulista Tarcísio de Freitas.
Mais cedo, o postulante do PL também participou de uma motocarreata em Belo Horizonte (MG). Em mensagem dedicada aos eleitores indecisos divulgada nas redes sociais, ele afirmou que o país busca mudanças e criticou a atual gestão por promessas não cumpridas e índices sociais negativos.
Atividades da candidatura de Lula
Por sua vez, o candidato à reeleição Lula caminhou pela orla de Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Acompanhado da primeira-dama Janja, de ministros e dos políticos Eduardo Paes e Eduardo Cavaliere, o candidato discursou sobre o tom da disputa e criticou o volume de notícias falsas veiculadas na campanha.
Em conversa com jornalistas, Lula afirmou que esta foi uma das disputas mais duras de sua trajetória política. O candidato também citou episódios de violência urbana no estado do Rio para fazer um apelo ao eleitorado feminino e defender a garantia de direitos sociais.
À tarde, Lula seguiu para a capital paulista, onde finalizou suas agendas em uma caminhada na Avenida Paulista. Diante de simpatizantes, o candidato relembrou a eleição de 1989 pelo engajamento popular e reforçou a confiança na vitória ao destacar a mobilização da sociedade civil no segundo turno.