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Sábado, 02 de Maio 2026
Política

Cláudio Castro renuncia ao governo do Rio de Janeiro antes de julgamento no TSE

Decisão ocorre às vésperas de retomada de processo no TSE que pode cassar seu mandato por abuso de poder.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Cláudio Castro renuncia ao governo do Rio de Janeiro antes de julgamento no TSE
© Fernando Frazão/Agência Brasil
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O governador Cláudio Castro (PL) formalizou sua renúncia ao cargo máximo do Executivo fluminense. Sua decisão visa habilitá-lo como pré-candidato a uma cadeira no Senado Federal, representando o Rio de Janeiro.

A despedida oficial ocorreu em uma cerimônia realizada na segunda-feira (23) no Palácio Guanabara, sede do governo estadual, contando com a presença de diversos aliados.

Em seu pronunciamento, Castro afirmou: “Encerro meu período à frente do governo do estado com a cabeça erguida e um sentimento de gratidão.”

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O político havia sido reeleito já no primeiro turno das eleições de 2022, angariando 4,9 milhões de votos.

A renúncia acontece um dia antes da retomada do julgamento, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do processo envolvendo a Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação e Servidores Públicos do RJ (Ceperj).

Julgamento

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem agendado para esta terça-feira (24) a continuação da análise do processo que solicita a cassação do mandato do governador do Rio de Janeiro, em decorrência de alegações de abuso de poder político e econômico durante sua campanha de reeleição em 2022.

Em novembro do ano anterior, a ministra Maria Isabel Galotti, relatora do processo, já havia se posicionado favoravelmente à cassação de Castro. Contudo, o exame do caso foi interrompido por um pedido de vista do ministro Antônio Carlos Ferreira, que agora deverá proferir seu voto.

Caso a decisão da relatora seja confirmada, Castro pode ser declarado inelegível por um período de oito anos, e novas eleições para o governo estadual seriam convocadas.

Eleição

Diante da vacância do vice-governador, Thiago Pampolha – que assumiu uma posição no Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) em 2025 – e do afastamento do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, a chefia interina do governo será exercida pelo presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Ricardo Couto.

Conforme a legislação vigente, o desembargador terá o prazo de dois dias para organizar uma eleição indireta. Nela, os 70 deputados estaduais terão 30 dias para eleger um nome que assumirá o governo em um mandato-tampão, até que o próximo governador seja definido nas eleições majoritárias de outubro.

FONTE/CRÉDITOS: Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil
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