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Quarta-feira, 22 de Abril 2026
Política

Comissão de Segurança aprova porte de arma para atiradores com um ano de registro

Proposta legislativa segue para análise em outras comissões da Câmara dos Deputados

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Comissão de Segurança aprova porte de arma para atiradores com um ano de registro
Vinicius Loures / Câmara dos Deputados
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O colegiado de Segurança Pública da Câmara dos Deputados deu aval a um projeto que concede a atiradores com Certificado de Registro (CR) superior a 12 meses o direito ao porte de arma de fogo para defesa pessoal em todo o território nacional.

Diferente da posse, que restringe a permanência do armamento ao interior de residências ou locais de trabalho, o porte permite que o cidadão circule com o equipamento em vias públicas.

Pela nova redação, atiradores classificados no nível 1 passam a ter autorização para portar armas de sua propriedade para proteção individual em âmbito nacional.

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Para a obtenção da licença, o interessado deverá cumprir os seguintes requisitos básicos:

demonstrar habilidade técnica no manuseio da arma e receber aprovação em exame psicológico.

Os beneficiários da medida ficarão desobrigados de efetuar o pagamento de taxas relativas à emissão do documento de porte.

A comissão acatou o substitutivo apresentado pelo relator, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), ao Projeto de Lei 1038/25, de autoria do deputado Dr. Fernando Máximo (União-RO). O texto original restringia o benefício a atiradores desportivos (CAC) de nível 3 com pelo menos três anos de registro.

Acesse o conteúdo integral do texto aprovado

Bilynskyj justificou que as regras vigentes permitem o deslocamento com o acervo, mas não garantem a autodefesa durante o trajeto. Segundo o relator, o intervalo de um ano é um critério objetivo para identificar quem já demonstrou conduta responsável e perícia técnica sob fiscalização oficial.

"Esse público frequentemente encara riscos reais de violência durante o transporte de armas e munições, uma lacuna de proteção que a legislação atual ainda não preencheu", declarou o parlamentar.

Atualmente, o Estatuto do Desarmamento, que sofrerá alterações com o projeto, veta o porte de armas em solo nacional, exceto para categorias específicas como militares, agentes de segurança pública, vigilantes privados e outros grupos autorizados por lei.

Próximas etapas

A matéria passará agora por análise conclusiva nas comissões de Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para que as novas regras entrem em vigor, a proposta precisa ser ratificada tanto pela Câmara dos Deputados quanto pelo Senado Federal.

Saiba como funcionam as etapas de tramitação de projetos

FONTE/CRÉDITOS: Agência Câmara Notícias
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