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Domingo, 08 de Fevereiro 2026

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Haddad destaca redução de 70% no déficit fiscal e projeta juros mais baixos e duradouros

O chefe da pasta econômica, Fernando Haddad, anunciou na última quinta-feira (29) que a administração atual conseguiu diminuir drasticamente o rombo nas contas públicas deixado pela gestão anterior. O objetivo é estabelecer uma fase de declínio constante nas taxas de juros, com o cenário fiscal de 2025 indicando um avanço notável na saúde financeira do estado.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Haddad destaca redução de 70% no déficit fiscal e projeta juros mais baixos e duradouros
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou na última quinta-feira (29) que o governo federal obteve um sucesso considerável na diminuição do déficit fiscal, uma herança da administração precedente. Ele ressaltou o empenho em solidificar um período de queda sustentável nas taxas de juros do país. Conforme suas palavras, a perspectiva fiscal para 2025 aponta para uma melhoria notável nas finanças públicas, o que abre caminho para a expansão econômica e a estabilização da dívida nacional.

Haddad detalhou que a gestão atual assumiu com um déficit equivalente a 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB). Esse montante considerava lacunas na proposta orçamentária, a falta de pagamento de precatórios e reajustes no programa Bolsa Família que não haviam sido previstos. Apesar desse cenário inicial desafiador, o balanço do ano anterior registrou um déficit de apenas 0,48% do PIB.

“Herdamos um déficit de 1,6% do PIB do governo anterior. No ano passado, esse número foi de 0,48% do PIB, ou seja, menos de meio por cento. Isso representa uma redução de 70% no déficit público”, enfatizou o ministro.

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A principal razão para essa diminuição, segundo Haddad, foi a rigorosa contenção de despesas e o corte de benefícios fiscais que eram considerados injustificados. Ele destacou que as subvenções e subsídios concedidos a grandes corporações foram reavaliados e ajustados ao longo do período.

“Conseguimos esse resultado por meio da contenção de gastos, por um lado, e da eliminação de despesas tributárias, de subvenções e subsídios que já não se justificavam. Encerramos muitas dessas práticas”, afirmou.

O ministro também sublinhou que a meta do governo é restaurar a solidez das contas públicas, as quais, em sua avaliação, não recebiam a devida atenção desde 2015. Para Haddad, esse esforço é crucial para assegurar um ciclo prolongado de redução da taxa básica de juros no Brasil.

“Estamos reconstruindo um resultado primário que seja compatível com as necessidades do Brasil. Isso permitirá que o ciclo de corte de juros, que está começando agora, tenha durabilidade”, declarou.

Haddad ainda ponderou que as taxas de juros praticadas atualmente estão acima do patamar ideal. Ele acredita que a continuidade do ajuste fiscal pode gerar benefícios significativos para a economia, como o crescimento do PIB e a estabilização da dívida pública. O ministro citou as gestões anteriores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como exemplos de sucesso nessa área.

“O Brasil já experimentou essa realidade. O presidente Lula recebeu uma dívida que superava 60% do PIB e a entregou abaixo de 40%. É esse tipo de estratégia que pretendemos aplicar novamente”, disse.

Em relação à inflação, o ministro assegurou que, apesar de algumas oscilações pontuais, o país deverá registrar o menor nível inflacionário acumulado em um período de quatro anos em sua história.

“A inflação, em um quadriênio, será a menor da nossa história, em todos os tempos. É isso que serve como indicador para avaliar se tivemos um ciclo virtuoso”, pontuou.

Para finalizar, Haddad reforçou o compromisso inabalável do governo com o ajuste fiscal, mesmo diante dos desafios. O objetivo é garantir a queda da inflação e do desemprego, além de taxas de juros mais baixas no médio prazo.

“Não podemos abrir mão de realizar o que é necessário para a reconstrução das contas públicas. E isso será feito”, concluiu.

FONTE/CRÉDITOS: Lucas Tadeu
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