Suspeito tentou ludibriar os policiais com uma identidade falsa e admitiu ter antecedentes criminais em outro estado.
Na tarde de quarta-feira (25), durante uma operação de policiamento ostensivo no 26º Batalhão de Polícia, equipes do Comando de Grupo Patrulha (CGP) efetuaram a prisão de um homem acusado de tráfico de drogas. A ação ocorreu em resposta a denúncias sobre a venda de entorpecentes na Rua Cotia, na localidade de Polvilho, em Cajamar/SP.
Os agentes foram informados sobre um indivíduo, descrito como portador de camiseta preta e boné marrom, que estaria comercializando substâncias ilícitas no endereço mencionado. Após um período de observação discreta, os policiais notaram a aproximação de um motociclista, que entregou um objeto ao suspeito. Em seguida, o indivíduo adentrou um terreno e começou a manusear uma sacola preta.
Com base nas evidências, os policiais decidiram abordar ambos os indivíduos. O motociclista, identificado como Ricardo, não portava nada ilegal. Ao ser questionado, ele confirmou ter ido ao local para adquirir uma dose de cocaína, declarando ter pago R$ 10,00 ao outro homem.
Com o suspeito principal, foram encontrados, escondidos em suas vestes íntimas, duas porções de cocaína e R$ 70,25 em espécie. Com o auxílio de outras viaturas, incluindo equipes de Rondas com Preservação da Integridade (RPM) e uma Base Móvel, uma revista foi realizada no terreno, onde se localizou uma sacola com diversas porções de drogas.
No total, foram apreendidas 61 porções de cocaína, 59 porções de crack, 8 porções de maconha e 3 comprimidos de ecstasy.
Diante dos fatos, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado para a Delegacia de Polícia de Cajamar/SP, acompanhado pela testemunha.
Na delegacia, o detido confessou ter apresentado um nome falso aos policiais. Posteriormente, revelou sua identidade verdadeira e informou sobre uma prisão anterior no Estado de Minas Gerais. As consultas realizadas pela equipe responsável confirmaram essas informações.
A autoridade policial registrou o caso como tráfico de entorpecentes e falsa identidade. O indivíduo permanece detido, aguardando decisões judiciais, enquanto a testemunha foi ouvida e liberada.
*COMUNICAÇÃO SOCIAL PMESP*