Em meio à celebração de estreia da nova novela da Globo, "Quem Ama Cuida", em São Paulo, onde interpretará o personagem "César", Rainer Cadete compartilhou com o repórter Cadu Safner, do portal LeoDias, sua imensa satisfação com a trajetória do filho, Pietro Cadete. Aos 19 anos, Pietro faz sua estreia nos palcos com um monólogo de sua autoria. Rainer relembrou que, na mesma idade do filho, ele próprio se tornou pai e se mudou para o Rio de Janeiro em busca de oportunidades na carreira de ator.
"Estou imensamente orgulhoso. Meu filho está em cartaz todas as quartas-feiras no teatro Gláucio Gil com o monólogo que ele escreveu, intitulado 'Minha Última Refeição'", declarou o ator. Ele destacou que Pietro desenvolveu todo o texto com apenas 19 anos e refletiu: "Fico pensando em como ele está agora, com 19 anos, e imagino o que ele será aos 30".
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Abrir em tela cheia Rainer Cadete e Heloisa Périssé nos bastidores de "Êta Mundo Melhor!"Reprodução/Instagram/@heloisaperisse Celso (Rainer Cadete) em "Êta Mundo Melhor!"Reprodução/Globo Rainer Cadete prestigia aniversário de Maria SooderFoto/Divulgação Reprodução/ Instagram Globo/Fábio Rocha Voltar PróximoLeia Também
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Rainer comentou que sua própria juventude foi marcada por uma experiência distinta: "Eu estava me tornando pai. Ele nasceu quando eu tinha 19 anos, e então me mudei para o Rio de Janeiro. Fui para o Rio de Janeiro para tentar conquistar um espaço no mercado de trabalho, que é tão competitivo, sabe? Eu sou de Brasília, então fui para o Rio de Janeiro em busca de uma oportunidade, e fico feliz que tenhamos conseguido".
O ator também mencionou a colaboração artística com o filho, revelando que juntos escreveram um livro que é atualmente utilizado em escolas como material didático. "Ele é um grande amigo. Claro, é meu filho, e eu tenho todo o olhar de pai, e é maravilhoso ser pai dele. É uma das melhores experiências da minha vida. Mas também há uma parceria de troca entre artistas, sabe? Percebi que ele era poeta. Acompanhei com esse olhar cuidadoso e presente, notando que ele tinha uma veia artística muito impressionante. E então escrevemos o livro juntos, que se chama 'Olhares que Filtram'. É um livro que é adotado em escolas hoje em dia e aborda famílias multirraciais".