O cenário do entretenimento televisivo, outrora dominado pela TV aberta, está passando por uma transformação significativa impulsionada pelo avanço do streaming. Plataformas como a Netflix, que contribuíram com US$ 325 bilhões para o PIB global na última década, redefiniram não apenas o consumo de filmes e séries, mas também a economia audiovisual, gerando empregos e movimentando cadeias produtivas.
Essa expansão do streaming levou as emissoras tradicionais a reconhecerem a concorrência direta, forçando uma adaptação a um público que agora consome conteúdo de forma flexível, onde e quando desejar. A TV Globo, por exemplo, reagiu fortalecendo o Globoplay e investindo em produções originais, embora a competição em escala global permaneça um desafio.
Emissoras como SBT, Record e Band também buscam se ajustar a essa nova realidade, onde a disputa pelo público ocorre em múltiplos formatos e plataformas, incluindo vídeos curtos e dispositivos móveis. O streaming consolidou-se como protagonista, e a adaptação a essas mudanças é crucial para a manutenção da relevância.
O Globoplay continua sua expansão internacional, anunciando a coprodução da série “Space Nation” com a Ex Machina Studios e a Utopia Studios, um passo significativo no mercado global de conteúdo original.
No âmbito do jornalismo, o “SBT Rio 2ª Edição” completa um ano em nova fase, com foco em informação e reforço de equipes de reportagem, demonstrando uma mudança estratégica em sua programação local.
O “Prêmio Multishow de Humor” encerrou suas gravações, com a apresentação de Dani Calabresa e júri especializado, enquanto a Band FM celebra seus 50 anos com um show especial de Thiaguinho e Péricles. Na Globo, filmes como “Vítimas do Dia” e “Confia” foram reconhecidos no Festival de Nova York.