A influenciadora e cantora Vivi Wanderley novamente agitou as plataformas digitais ao compartilhar em seu Instagram uma imagem de mensagens hostis. Ela alega ter recebido esses ataques depois de tornar públicos os pormenores de um vínculo afetivo problemático com Juliano Floss, conhecido por sua participação no “BBB26” como dançarino.
Na postagem, a artista exibiu insultos e ameaças proferidas por um usuário da internet. As mensagens incluíam comentários sobre uma fotografia de Vivi hospitalizada, expressando pesar por ela não ter “morrido”. Na legenda da captura de tela, a influenciadora desabafou: “Pov: você expôs um relacionamento abusivo e os fãs malucos do seu ex estão desejando sua morte e atropelamento do seu cachorro no seu direct.”
Em seguida, a influenciadora manifestou sua indignação com a situação: “Tá aí porque muita mulher se cala, tem medo de contar pelo que passou. Obrigada a todas as mensagens de carinho mas é absurdo ver a SELVA que o Brasil virou por conta de fanatismo. Valores completamente invertidos”, declarou, acompanhando a postagem com um “joinha” irônico na foto. Essa publicação foi vista pelos seus seguidores como uma nova “exposição”, intensificando a discussão do caso e acentuando a polarização entre os admiradores do reality show e os defensores da influenciadora.
Este incidente surge poucos dias após Vivi ter declarado abertamente ter sido vítima de abuso psicológico durante seu relacionamento, que se estendeu por aproximadamente dois anos. Desde essa revelação, ela tem reportado ter recebido uma enxurrada de críticas severas nas redes sociais.
A controvérsia começou quando Vivi divulgou um vídeo detalhando episódios de crises emocionais e ansiedade vivenciados enquanto namorava Juliano Floss. Uma parcela dos usuários da internet questionou a oportunidade do seu desabafo, que ocorreu em uma semana crucial para o reality show.
A assessoria do dançarino comunicou, por meio de nota, que confia na elucidação do ocorrido “pelas vias adequadas”. Paralelamente, a repercussão do caso segue suscitando discussões sobre assédio online, a chamada cultura do cancelamento e os efeitos do fanatismo direcionado a figuras públicas de programas televisivos.