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Segunda-feira, 02 de Fevereiro 2026

Saúde

Casos de síndrome respiratória grave diminuem na maior parte do Brasil

Fiocruz aponta que a Região Norte ainda registra elevação de casos de influenza A, influenciando o aumento de SRAG em alguns estados.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Casos de síndrome respiratória grave diminuem na maior parte do Brasil
© Tomaz Silva/Agência Brasil
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Um levantamento divulgado nesta quinta-feira (29) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), através do boletim InfoGripe, indica uma tendência de declínio nos registros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na maioria das regiões do país. Contudo, o vírus da influenza A se destaca como um fator de elevação de SRAG em determinados estados da Região Norte.

Os estados do Acre, Amazonas e Roraima têm apresentado níveis de incidência de SRAG considerados de risco ou alto risco nas semanas recentes. A pesquisadora Tatiana Portella, coordenadora do Boletim InfoGripe, ressaltou que a rápida progressão de SRAG no Amazonas e no Acre continua sendo impulsionada pelo vírus da gripe.

“Considerando este surto de influenza A em algumas localidades do Norte, é fundamental que os grupos prioritários da região, como povos indígenas, idosos e indivíduos com condições médicas preexistentes, recebam a vacinação contra o vírus o mais breve possível. A vacina contra a influenza é altamente segura e representa a principal barreira contra quadros graves e fatalidades”, comentou.

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Incidência de vírus

Durante as últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição entre os casos positivos foi a seguinte:

  • 20,1% de influenza A,
  • 2,3% de influenza B,
  • 10,7% de vírus sincicial respiratório,
  • 32,6% de rinovírus e
  • 20,4% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

Em relação aos óbitos, a presença desses mesmos vírus entre os casos positivos no mesmo período foi:

  • 28,3% de influenza A,
  • 3,5% de influenza B,
  • 1,8% de vírus sincicial respiratório,
  • 15,9% de rinovírus e
  • 41,6% de Sars-CoV-2 (Covid-19).
FONTE/CRÉDITOS: Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil
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