O atacante Endrick concedeu entrevista coletiva na concentração da Seleção Brasileira em Nova Jersey (EUA), nesta quinta-feira (2/7). Um dos principais nomes do plantel, o jovem de 19 anos falou sobre a relação com Carlo Ancelotti e afastou os rumores de polêmica. Além do período no vestiário brasileiro, os dois já trabalharam juntos no Real Madrid.
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Apesar da baixa minutagem sob o comando do italiano com a Amarelinha durante a Copa do Mundo, o craque exaltou a relação com o técnico e reafirmou a confiança no trabalho do veterano: “É uma convivência maravilhosa com o Mister. Foi o meu primeiro treinador quando eu cheguei na Europa, foi uma das melhores experiências, foi incrível. Pude aprender bastante coisa com ele, mas também com o estafe dele, que é muito bom, então fico muito agradecido. Aqui na seleção não tá sendo diferente”.
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“Ele sabe como posso contribuir. Não só eu, como Igor Thiago, Matheus Cunha, todos os jogadores. Ele não vai fazer o melhor para mim, vai fazer o melhor para a equipe. É o que ele tem de melhor. Ele não tem medo, ele faz o que ele pensa e as coisas acontecem, parece que Deus olha para ele também. Ele é iluminado”, continuou Endrick.
Cotado como um dos possíveis substitutos de Lucas Paquetá, que se lesionou na partida contra o Japão, o jovem se colocou à disposição de Ancelotti: “No Lyon, eu pude ajudar muito a equipe jogando de nove (centroavante). Pude jogar aberto na direita, pude fazer um falso nove ali também no Lyon. E o Mister sabe muito bem aqui as minhas qualidades”.
A expectativa é que, caso o camisa 19 entre no time titular, Matheus Cunha seja deslocado para o meio-campo. “Todos os jogadores aqui estão seguindo o plano do Mister, então acho que é seguir assim. Quando o Mister falar para eu fazer alguma coisa vou fazer, não vou olhar pra trás. Só vou escutar a voz dele e fazer o que ele me pedir”, finalizou Endrick.
A bola rola para Brasil e Noruega às 17h (de Brasília), no Estádio MetLife, em Nova Jersey (EUA). A partida vale vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.





