A Seleção Brasileira iniciou, nesta quinta-feira (2/7), em Morristown, nos Estados Unidos, a preparação para o confronto contra a Noruega, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Depois de um dia de folga concedido pela comissão técnica após a classificação sobre o Japão, Carlo Ancelotti comandou a primeira atividade voltada exclusivamente para o duelo do próximo domingo (5/7), em Nova Jersey, já com uma definição e uma dúvida importante na equipe.
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No dia mais quente desde a chegada da delegação à cidade, com temperaturas próximas dos 35°C, o treinador conduziu um treinamento com bola sem a presença de Rayan. O atacante do Bournemouth realizou trabalhos físicos separados do restante do elenco, seguindo um planejamento previamente estabelecido pela preparação física. A situação, porém, não preocupa a comissão técnica, que trabalha com a expectativa de contar normalmente com o jogador diante da Noruega.
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A principal indefinição está no meio-campo. Lucas Paquetá, lesionado durante a vitória por 2 a 1 sobre o Japão, está vetado para as oitavas de final e sequer participou das atividades no gramado. Com isso, Ancelotti passa a estudar quem ocupará a vaga deixada pelo camisa 8 em um dos jogos mais importantes da campanha brasileira até aqui.
Entre as alternativas mais cotadas aparece Danilo Santos, do Botafogo, opção que mantém a estrutura do setor e preserva o desenho utilizado pela equipe ao longo da competição. Outra possibilidade é Martinelli, autor do gol da classificação diante dos japoneses, que oferece características mais ofensivas e pode transformar a dinâmica do ataque, aumentando a mobilidade e a velocidade pelos lados do campo.
A tendência é que os próximos treinamentos sejam utilizados para testes e ajustes táticos. Além de encontrar o substituto ideal para Paquetá, Ancelotti também trabalha na estratégia para enfrentar uma seleção norueguesa que chega embalada após eliminar a Costa do Marfim e que conta com nomes como Erling Haaland e Martin Ødegaard.
O confronto representa um dos maiores desafios do Brasil nesta Copa. Depois de superar o Japão de virada e encerrar um longo jejum sem reverter um placar adverso em mata-matas de Mundiais, a equipe brasileira agora terá pela frente uma seleção europeia que reúne força física, organização coletiva e jogadores de destaque nas principais ligas do continente. Os dias que antecedem a partida serão decisivos para definir a formação que tentará conduzir o Brasil às quartas de final.


