Após as críticas que recebeu devido ao evento “O farol e a forja”, Juliano Cazarré se pronunciou sobre a repercussão negativa. O ator respondeu às reações de colegas da Globo e também aos comentários feitos por Fábio Porchat nas redes sociais.
O projeto foi questionado por artistas como Claudia Abreu, Marjorie Estiano, Elisa Lucinda e Julia Lemmertz, que apontaram inconsistências na proposta, especialmente em meio a discussões sobre desigualdade de gênero e violência contra mulheres.
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Durante uma transmissão ao vivo, Cazarré abordou diretamente o vídeo de Porchat que ironizava o evento e recordou um incidente anterior envolvendo críticas em redes sociais.
“O Fábio Porchat fez um vídeo me tirando sarro. Há anos, na última vez que fui cancelado, aconteceu o seguinte: o Felipe Neto fez algo parecido com o Porchat, né? Me tirou sarro disso, insinuando que eu seria um gay enrustido”, relatou.
Em seguida, o ator argumentou que há uma contradição na postura dos críticos e acusou os envolvidos de preconceito ao atacá-lo.
“Eles são homofóbicos quando me criticam. Vocês percebem que o vídeo do Porchat… A suposta piada é dizer que sou gay? Como se isso fosse um insulto. O homofóbico é ele, não eu”, declarou.
Cazarré também comentou os ataques em suas redes sociais e questionou quem estaria agindo com intolerância na situação.
“Quem são os fanáticos? São aqueles que invadem meu perfil para me ofender. Eu jamais invadi o perfil de alguém para insultar na vida”, afirmou.
Críticas a Paulo Betti
Em outro momento da live, o ator mencionou Paulo Betti ao relembrar um debate anterior entre os dois. Segundo Cazarré, o colega perdeu o controle da discussão durante o confronto.
“Muitas dessas pessoas que invadiram meu perfil me conhecem, trabalharam comigo. O Paulo Betti não tinha argumentos. Houve um debate meu com o Paulo Betti em que ele foi se perdendo porque nunca havia debatido com alguém tão preparado em política e economia. Eu fui cordial com ele o tempo todo”, disse.
Ao retornar ao assunto “O farol e a forja”, o artista negou que a iniciativa seja um curso para ensinar masculinidade e ironizou novamente Porchat e Marcelo Adnet.
“Não é um curso, muito menos para ensinar a ser homem. Se fosse, eu ofereceria gratuitamente para o Fábio Porchat e outro para o Adnet. Mas não se ensina ninguém a ser homem. É um evento, com diversos palestrantes, para abordar múltiplos temas. Convidei pessoas que admiro porque quero ouvir essas pessoas”, concluiu.