O desfecho de Arminda, a personagem de Grazi Massafera em “Três Graças”, promete alterar significativamente a narrativa e a compreensão do público. A vilã encerrará a trama das nove com uma reviravolta discreta, elaborada sem o conhecimento dos outros personagens e mantida em sigilo absoluto pela equipe de produção.
Esta coluna obteve acesso exclusivo ao roteiro das sequências derradeiras, revelando que, após sua prisão pelos homicídios de Célio (Otávio Müller) e Edilberto (Julio Rocha), Arminda adotará uma tática surpreendente: simular um estado de insanidade.
No episódio final, em uma das cenas cruciais, a antagonista será vista na sala de sua residência, exibindo um olhar vago e uma postura indiferente, aparentando total desequilíbrio mental. Esta cena ocorre enquanto os outros personagens se dirigem à formatura de Joélly (Alana Cabral), um dos instantes mais tocantes do encerramento. A exibição desta sequência está prevista para 15 de maio.
Contudo, é neste ponto que a verdadeira surpresa se manifesta.
A sós em sua casa, Arminda interrompe a atuação e demonstra estar em plena lucidez. Em um instante de introspecção, ela declara a si mesma que está pronta para “fazer sua grande jogada”, deixando evidente que toda a vulnerabilidade exibida era, na verdade, uma encenação meticulosamente planejada.
Essa cena sugere que somente os espectadores terão conhecimento da verdade, enquanto os personagens da narrativa — e talvez até o sistema de justiça fictício da novela — poderão ser ludibriados pela performance da vilã. A gravação desta sequência ocorrerá no sábado, o último dia de filmagens de “Três Graças”, contando com a participação de grande parte do elenco nas cenas derradeiras.