A ausência de Matheus Cunha na partida do Manchester United contra o Brentford, pela Premier League, gerou preocupação às vésperas da Copa do Mundo. Inicialmente, o afastamento foi ligado a dores no quadril, sentidas após o jogo contra o Chelsea, e descritas pelo técnico Michael Carrick como um problema no músculo flexor. Em contato com o portal LeoDias, a assessoria do jogador forneceu novos detalhes sobre a condição e indicou se há risco de uma lesão mais grave.
“Foi apenas um incômodo. Ele realizou exames e não foi detectada nenhuma lesão. Ele treinou após o jogo contra o Chelsea e depois dos exames, mas o desconforto persistiu. O clube optou por poupá-lo do jogo de ontem”, informou a assessoria do atleta.
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A decisão de poupar o jogador ocorreu após a constatação de que o desconforto não desapareceu, mesmo sem um diagnóstico clínico mais sério. A situação ganha destaque em um momento de atenção com jogadores brasileiros convocáveis para a seleção, após recentes baixas por motivos físicos, o que aumentou a repercussão sobre o estado do atacante.
Com a atualização, a situação indica um problema pontual, sem sinais de um afastamento prolongado, enquanto o jogador continua sendo monitorado para uma recuperação completa de suas condições físicas.