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Quinta-feira, 14 de Maio 2026
Saúde

Programa de saúde do governo beneficia mais de 24 mil indígenas

Iniciativas registram progressos notáveis no Norte e Nordeste, com 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas oferecendo acompanhamento pré-natal e teleatendimento.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Programa de saúde do governo beneficia mais de 24 mil indígenas
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema de Saúde (Proadi-SUS), uma iniciativa do Ministério da Saúde, já prestou assistência a mais de 24 mil indivíduos indígenas em áreas remotas do Brasil.

Os 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas foram responsáveis por disponibilizar serviços essenciais, incluindo acompanhamento pré-natal, treinamentos em saneamento básico e consultas médicas remotas.

As operações do Proadi-SUS são fortalecidas pela colaboração com instituições hospitalares privadas, que fornecem infraestrutura digital para conectar profissionais de saúde de unidades básicas a centros de referência em localidades indígenas distantes.

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Avanços

As ações do Proadi-SUS têm demonstrado avanços expressivos nos estados das regiões Norte e Nordeste. Em Alagoas e Maranhão, 22 comunidades indígenas foram atendidas, totalizando 256 teleconsultas e 178 pacientes recebendo assistência direta.

Esses atendimentos foram viabilizados por meio de uma parceria entre o programa e a Beneficência Portuguesa, sediada em São Paulo.

Na Paraíba e no Piauí, a rede Hcor realizou 822 teleconsultas, alcançando uma taxa de resolução de casos superior a 90%, o que evitou 747 encaminhamentos para outros níveis de cuidado em saúde.

Na Região Norte, o projeto TeleAMEs, gerido pelo Hospital Israelita Albert Einstein, estabeleceu três postos de telessaúde em unidades indígenas no estado de Rondônia, beneficiando 315 indígenas das etnias Karitiana, Suruí e Cinta Larga.

A melhoria na qualidade do atendimento médico também se reflete em indicadores cruciais para a saúde materno-infantil. Na comunidade Xavante, em Mato Grosso, o projeto MICC (Melhoria para Saúde Materna e Infantil e Prevenção ao Câncer do Colo do Útero na Saúde Indígena), também coordenado pelo Einstein, elevou a cobertura de rastreamento oncológico para 76%, enquanto o acompanhamento de gestantes superou a marca de 96%.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil
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