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Saúde

Santa Catarina conclui eliminação de aves após foco da doença de Newcastle

Medidas de contenção e decreto de emergência zoossanitária em quatro municípios buscam blindar a avicultura brasileira contra o vírus.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Santa Catarina conclui eliminação de aves após foco da doença de Newcastle
© Valter Campanato/Agência Brasil
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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) concluiu o despovoamento sanitário em um granjeamento comercial de perus em Nova Itaberaba (SC), após a confirmação de um foco da doença de Newcastle. A ação visa conter a disseminação do vírus e proteger o plantel avícola nacional.

Após a eliminação das aves afetadas, as equipes iniciaram os trabalhos de desinfecção e limpeza das instalações. Além disso, o órgão mantém a vigilância epidemiológica e o monitoramento constante das propriedades rurais situadas na área de restrição sanitária, controlando o trânsito de animais.

A força-tarefa conta com o suporte técnico da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), além do apoio da Polícia Civil, da prefeitura local e do Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária.

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Decreto de emergência e ações internacionais

Como parte da resposta ao surto, o governo decretou estado de emergência zoossanitária por 60 dias nos municípios catarinenses de Nova Itaberaba, Águas Frias, Coronel Freitas e Nova Erechim. O estabelecimento de origem foi imediatamente interditado pelo Serviço Veterinário Oficial.

O governo brasileiro também notificou oficialmente a Organização Mundial de Saúde Animal (Omsa) e informou os parceiros comerciais internacionais sobre o evento, detalhando os protocolos de contenção adotados para assegurar a sanidade do setor.

Entenda o impacto da doença

A enfermidade atinge aves domésticas e selvagens, sendo provocada por uma variante virulenta do paramixovírus aviário do sorotipo 1 (APMV-1). O diagnóstico do foco catarinense foi confirmado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo.

FONTE/CRÉDITOS: Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil
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