Poucas horas antes de ser executado a tiros ao lado da esposa em Guayaquil, no Equador, na noite de quarta-feira (17), o ex-jogador do Fluminense, Mario Pineida, de 33 anos, havia pedido ajuda ao Barcelona de Guayaquil, seu atual clube, após receber ameaças de morte.
Tanto que, antes do atentado, Antonio Álvarez, presidente do Barcelona de Guayaquil, havia declarado que um jogador do elenco solicitou proteção especial após receber ameaças de morte. Mas não havia confirmado qual jogador seria esse. Horas depois, Pineida foi morto.
De acordo com o coronel Edison Palacios, chefe do Distrito Modelo da Polícia, o crime foi cometido por dois homens em motocicletas, que se aproximaram das vítimas e efetuaram os disparos.
Inicialmente, os criminosos teriam tentado atingir Mario Pineida e sua mãe, mas a ação resultou na morte do jogador e de sua esposa. Segundo a polícia, a mãe de Pineida sofreu um ferimento leve na cabeça e recebeu atendimento médico ainda no local. Ela permanece fora de perigo.
Protesto
Vale ressaltar que, no dia do crime, os jogadores do Barcelona de Guayaquil não realizaram atividades de treinamento em protesto contra quatro meses de salários atrasados.
Revelado no futebol equatoriano, Mario Pineida também teve passagem pelo Fluminense, no Brasil, e acumulava convocações para a seleção equatoriana. O caso segue sob investigação das autoridades locais.
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