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Sábado, 11 de Abril 2026

Política

Aplicativos de transporte deverão oferecer opção de motorista mulher para passageiras

Proposta, chamada Bandeira Rosa, visa dar mais segurança às usuárias.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Aplicativos de transporte deverão oferecer opção de motorista mulher para passageiras
Renato Araújo/Câmara dos Deputados
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Um projeto de lei em tramitação determina que aplicativos de transporte de passageiros disponibilizem a opção de motoristas mulheres para clientes do sexo feminino. Essa funcionalidade, nomeada Bandeira Rosa, deverá ser apresentada de maneira clara e visível nas plataformas, assegurando às passageiras o direito de escolher quem as conduzirá no momento da solicitação da corrida.

A participação das motoristas na modalidade Bandeira Rosa será opcional, e as empresas ficam proibidas de aplicar qualquer tipo de punição ou restrição às profissionais que optarem por não aderir ou que continuarem atuando em outras categorias.

O texto esclarece que a Bandeira Rosa se configura como uma medida de ação afirmativa voltada à proteção e à promoção da igualdade, não configurando, portanto, discriminação de gênero ou restrição de mercado.

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As empresas de aplicativo terão a responsabilidade de confirmar a identidade de passageiras e motoristas, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), e de comunicar que a modalidade representa um reforço nas medidas de segurança.

A deputada Ely Santos (Republicanos-SP), autora da iniciativa, justifica que a proposta surge como resposta ao receio de violência que mulheres experimentam no transporte público. "A iniciativa nasce da constatação de uma realidade social persistente: milhões de mulheres brasileiras enfrentam, diariamente, situações de assédio, constrangimento e medo em seus deslocamentos urbanos", afirmou a parlamentar.

O não cumprimento desta determinação poderá acarretar sanções às empresas, conforme estabelecido em regulamentação federal.

Próximos passos

A proposta será avaliada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para que o projeto se torne lei, ele precisa ser aprovado tanto pela Câmara dos Deputados quanto pelo Senado Federal.

Entenda o processo de tramitação de projetos de lei

FONTE/CRÉDITOS: Agência Câmara Notícias
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