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Quarta-feira, 29 de Abril 2026
Economia

Câmara rejeita modificações do senado na MP do seguro-defeso

A proposta segue para a aprovação presidencial, com o objetivo de reforçar a fiscalização contra irregularidades no auxílio a pescadores.

João Vitor  : Opina News / MTB 0098325/SP
Por João Vitor : Opina News /...
Câmara rejeita modificações do senado na MP do seguro-defeso
© Fernando Frazão/Agência Brasil
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A Câmara dos Deputados decidiu, nesta quinta-feira (9), rejeitar as emendas propostas pelo Senado Federal à Medida Provisória 1323/25, que estabelece as diretrizes para o seguro-defeso. Dessa forma, prevalece o texto inicialmente aprovado pelos próprios deputados na terça-feira (7), que agora será encaminhado para a sanção do presidente da República.

O seguro-defeso constitui um apoio financeiro concedido a pescadores artesanais durante o período de paralisação da pesca, essencial para a reprodução das espécies aquáticas. As recentes disposições da MP foram concebidas com o propósito primordial de intensificar o combate a possíveis irregularidades e fraudes na concessão do benefício.

Entre as principais determinações contidas na medida provisória, destacam-se:

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  • Permissão para o pagamento de parcelas atrasadas referentes a 2026, desde que o beneficiário cumpra os critérios estabelecidos;
  • Garantia de que o pescador artesanal terá acesso a benefícios de anos anteriores, caso a solicitação tenha sido efetuada dentro dos prazos legais;
  • Determinação de que o auxílio será pago em até 60 dias após a completa regularização do pescador no programa;
  • Implementação de novas exigências para o processo de cadastro e identificação dos beneficiários.

Para o ano de 2026, o montante estimado para o seguro-defeso, sem incluir os valores retroativos, alcança a cifra de R$ 7,9 bilhões.

As propostas do senado

Em sessão realizada na quarta-feira (7), os senadores haviam aprovado uma série de modificações na MP. Entre elas, estava a exigência de que o pescador comprovasse contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por um período mínimo de seis meses dentro de um ano.

Outras alterações significativas incluíam a imposição de um limite de renda para a elegibilidade ao seguro e a supressão do pagamento de benefícios retroativos ao ano de 2025.

Contudo, todas essas emendas e modificações propostas pela Casa Alta foram integralmente rejeitadas pelos deputados federais na votação desta quinta-feira.

* Com informações das agências Câmara e Senado

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil*
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